Montepio duplica tamanho com a compra da Real

22 07 2009

O Montepio comprou a Real Seguros à SLN, duplicando o seu peso no negócio segurador.

A Caixa Económica Montepio Geral (CEMG) anunciou ontem a compra de 85% da Real Seguros, seguradora do ramo não vida da Sociedade Lusa de Negócios (SLN)- grupo que detinha o Banco Português de Negócios (BPN)- antes da nacionalização. Em conferência de imprensa, Tomás Correia, presidente do Montepio Geral, avançou que o “banco chegou a acordo para estabelecer uma parceria com a SLN”, deixando ainda em aberto a “possibilidade de alargamento de negociações em outros domínios de actividade de ambos”.

Tal como o Diário Económico já tinha avançado, além da compra de 85% do capital da Real Seguros, por 7,5 milhões de euros, a viabilização desta companhia implica uma injecção de 35 milhões por parte do Montepio. A operação prevê a fusão da Lusitania, seguradora do Montepio, com a Real Seguros, e deverá ser concretizada no espaço de um ano, estando apenas dependente da prévia autorização das autoridades – Instituto de Seguros de Portugal e Autoridade da Concorrência. O responsável pela associação mutualista garantiu ainda que “a SLN terá sempre uma participação, no capital e nos órgãos de gestão, da companhia que resultar da fusão, embora com o Montepio a assumir a maioria”.

Artigo: Diário Económico / Sandra Almeida Simões





Montepio compra seguradora da SLN

22 07 2009

O Montepio Geral, liderado por Tomás Correia (na foto), anunciou hoje a aquisição da Real Seguros à SLN, ‘holding’ que detinha o BPN antes da nacionalização.

A operação foi anunciada esta tarde numa conferência de imprensa. O banco liderado por Tomás Correia vai pagar 7,5 milhões de euros por 85% da Real Seguros. A SLN ficará assim accionista da companhia resultante do negócio.

A viabilização da seguradora implica uma injecção de 35 milhões de euros, sendo que os planos do Montepio passam por integrar a Real Seguros na Lusitania, empresa controlada pelo banco.

A marca “Real Seguros” não vai desaparecer com a fusão e o Montepio estuda agora novas parcerias com a SLN nas áreas da saúde e do automóvel.

A operação está nas mãos da Autoridade da Concorrência (AdC) e do Instituto de Seguros de Portugal (ISP).

Na corrida pela Real Seguros estava também o Finibanco, que acabou por deixar cair a sua proposta.

Artigo: Diario Economico / Sandra Almeida Simões





Seguro do carro já está a subir e vai aumentar mais.

14 07 2009

José António de Sousa, presidente da Liberty Seguros, adivinha um aumento dos preços dos seguros automóveis. “Começa a haver a necessidade, e algumas companhias já o estão a fazer, de rectificar preços dos seguros automóveis e começar a aumentá-los”, comenta, em entrevista ao Negócios.

Para o gestor, o “problema” no sector começou com a descida de preços por parte das seguradoras directas. “Em Espanha, não há mercado para cinco ou seis operadoras de seguro directo. Em Portugal, proliferaram como cogumelos”, atira. “E houve seguradoras tradicionais que passaram a concorrer no modelo de distribuição tradicional, o do agente, com as companhias directas. Isso é o perfeito suicídio”.

Artigo: Jornal de Negócios / Maria João Gago





Pagar menos pelo seguro do carro

14 07 2009

Em parceria com a Deco, o DN procura esclarecer algumas dúvidas dos leitores sobre investimentos e a aplicação do seu dinheiro.

Ter o seguro em dia é uma forma de se proteger, se causar danos a terceiros que não consiga pagar. Como a apólice de responsabilidade civil é idêntica em todas as companhias, a escolha depende sobretudo do prémio. Se ainda está a pagar o carro ou este tem menos de 4 ou 5 anos de matrícula, convém contratar danos próprios.

O que faz variar o prémio?

O prémio da responsabilidade civil depende do capital contratado, tipo de veículo (por exemplo, ligeiro de passageiros ou mercadorias) e cilindrada. Em geral, as seguradoras definem três classes com tarifas diferentes: até 1500, de 1500 a 2500, e mais 2500 centímetros cúbicos. Em algumas, em vez da cilindrada, o preço é fixado a partir da relação entre peso e potência do veículo, o que é mais justo. Nos danos próprios, o prémio varia com o capital seguro (valor comercial do carro) e é actualizado todos os anos.

A idade do condutor, anos de carta, número de acidentes declarados e local de residência também influenciam o preço. A maioria das seguradoras agrava o prémio entre 40% a 100% se o condutor tiver menos de 25 anos e carta de condução há menos de dois anos. Outras recusam o seguro. Por vezes, para contornar a situação, os pais contratam–no em seu nome e declaram-se como condutores habituais do veículo. Não o aconselhamos: em caso de sinistro, a seguradora pode alegar falsas declarações e negar-se a pagar. Se não encontrar uma companhia que aceite o risco, reúna três declarações de recusa e apresente- -as no Instituto de Seguros de Portugal. Este nomeará uma seguradora. A definição das zonas geográficas e do risco associado varia com as seguradoras e está relacionada com as estatísticas de sinistralidade. Condutores de Lisboa ou do Porto, cidades consideradas de risco agravado, pagam até 25% mais do que os de Bragança ou da Guarda, por exemplo.

Como pagar menos?

Faça simulações em várias seguradoras e compare os prémios. Reúna um leque abrangente de propostas para contratar a mais barata. As telefónicas têm, por vezes, promoções temporárias. Após fazer a simulação online, ligue e tente negociar um prémio ainda mais baixo. Se contratar mais de uma apólice, pode obter um desconto considerável.

Pague o prémio de uma só vez. A maioria das companhias cobra pelo fraccionamento semestral, trimestral ou mensal.

Consulte um mediador ou corretor de seguros. Regra geral, estes concedem descontos de 20% a 25% num pacote de seguros. Os associados de clubes ou outros organismos, como o Automóvel Club de Portugal, também podem usufruir de condições mais vantajosas.

Artigo: Diario Economico.





Aquisição – Montepio perto de comprar a Real Seguros

14 07 2009

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O Montepio Geral deve ficar com a Real Seguros, a seguradora não vida do grupo que detinha o BPN antes da nacionalização.

 

O Finibanco também estava na corrida, tendo mesmo informado o mercado que apresentou uma proposta pela Real Seguros, mas segundo apurou o Económico o banco já não está na corrida.

Este cenário abre a porta ao Montepio Geral para comprar a seguradora não vida da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), grupo que detinha o Banco Português de Negócios (BPN) antes da nacionalização.

A venda da seguradora, que atravessa graves dificuldades financeiras, faz parte do plano de reestruturação da SLN.

 Artigo: Diario Economico / Maria Ana Barroso  





Companhia de seguros do grupo SLN está em risco

21 05 2009

Solução para a companhia de seguros da SLN poderá passar por refinanciar ou por encontrar um comprador.

A companhia de seguros do grupo Sociedade Lusa de Negócios (SLN), a Real Seguros, poderá estar em risco de falência. A seguradora Não Vida deverá decidir, numa assembleia-geral marcada para dia 28 de Maio, se dissolve a sociedade, se faz uma redução de capital ou se, pelo contrário, haverá uma injecção de capital pelos accionistas. Isto porque a companhia terá neste momento os seus capitais próprios abaixo do limite legal.

 Artigo: Diario EconómicoMaria Ana Barroso  





Seguros telefónicos… faça e pague já!. Pense depois (no que se meteu)…

3 03 2009

Se houvesse uma Seguradora que conseguisse fazer valer a teoria dos três Bês isto é ser Boa, Bonita e Barata então o mercado não possuía 510 Companhia autorizadas a operar em Portugal, mas uma ou duas.

O que por vezes nos esquecemos é que essas Entidades estão subordinadas a critérios de rentabilidade, estabilidade financeira e distribuição de dividendos, que, como qualquer outra empresa, as tornam sociedades sólidas, sérias e honestas perante o meio onde estão inseridas, procurando com o recebimento dos prémios a gestão eficaz do dinheiro, para fazer face ao infortúnio da ocorrência do sinistro.

Noutro ponto aparecem Seguradoras telefónicas, desejosas de se fazerem notar seja pela publicidade negativa emitida na qual apresentam sujeitos com deficiências degenerativas nasais, os vulgarmente chamados pinóquios, ou actores com modos e voz abichanada para manifestamente gozarem com as opções sexuais de cada um, sem o respeito que é devido ao público em geral, não fazendo passar uma mensagem de esclarecimento nem do duvidoso produto que pretendem promover, mas sim procurando através disso chamar a atenção para a mensagem única que é “O seguro é mais barato… pois faça e pague já! Pense depois!!!”

Porque acreditam na publicidade vão logo para o telefone e a partir dai, depois de terem transferido o seu dinheiro no Multibanco ou em home banking ficam naquela letargia que o mal só acontece aos outros, até à altura em que o infortúnio dum sinistro bate à porta e aí habitualmente saem pela esquerda baixa ou pela porta das traseiras sem serem notados e procurando não demonstrar aos outros que foram “levados” pela cantiga da publicidade, como alguns agora o foram com o investimento que fizeram em acções ou em produtos do mercado bancário.

Neste particular, como sabemos há variadíssimos Clientes lesados com as suas poupanças que demoraram anos a constituir, fruto de continuo aforro e que pela investida de certos balconistas de instituições bancárias investiram essas mesmas poupanças em acções ou produtos que diziam dar há um par de meses rentabilidades miraculosas e que agora ficaram delapidados. Quando procuram apurar responsabilidades esses descartam-se como um impermeável para a chuva, dizendo que a culpa é da crise internacional e que tenham paciência porque melhores dias virão, ou como diria o outro, se amanhã não chover deverá estar um rico dia.

Neste particular a culpa tem a ver com a boa fé e os brandos costumes que nos caracterizam, o que leva parte substancial dos Clientes a não desconfiar até daquela instituição bancária que na venda do crédito à habitação e não só, obriga os seus balconistas a promoverem seguro de vida que possui uma carência de 3 anos em caso de Morte ou Invalidez por doença do Cliente. Isto é, o Cliente paga desde o momento 0 e até ao 36º mês apenas possui seguro dando garantias sobre o que acontecer por acidente, caso ocorra uma fatalidade de morte por doença ou invalidez por doença, passam a haver duas fatalidades: A primeira a do próprio infortúnio e a segunda o facto de ninguém ter explicado e evidenciado que afinal o seguro não dava garantias sobre essa situação durante três anos.

De igual modo as promoções constantes de algo ou alguma coisa, faz-nos lembrar aqueles supermercados que para se verem livres de produtos em final de estação promovem a venda de produtos natalícios ou de verão assim que termina a época, ou as empresas que fazem descontos suplementares sempre que o produto seja descontinuado e queiram ver-se livres deles. Pois já vimos e denunciámos inclusive situações de balconistas de bancos que na ânsia de verem o crédito pedido pelo Cliente aprovado, obrigá-lo a efectuar seguro de vida com a expressa exclusão de não mencionarem no questionário médico, apenso à proposta de seguro de vida, a sua situação de deficiência ou de portador de doença.

Procurar colocar a sua carteira de seguro através de Bancos ou de “seguradeiras” telefónicas faz-me lembrar o meu avô, que dizia: Nada está assim tão mau, que não possa ainda piorar.

Contacte um mediador profissional credenciado pelo Instituto Seguros Portugal e inscrito na APROSE. Sentirá a diferença.

Por Luiz Filipe, Actaseguros-Corretores de Seguros, S.A.

Vida Económica 30/01/2009





COMUNIDAD GO-SEGUROS.COM… LAMENTABLEMENTE, ESTAMOS DE LUTO. 

2 12 2008

El pasado miércoles 26 de noviembre por la noche, Dios ha decidido llevarse a JUAN CARLOS A. PIZZI, padre de Fabián y Walter Pizzi, ambos integrantes de GoSeguros.com.

Con la partida de Juan Carlos hemos perdido a un GRANDE, ya que con EL se fue un reconocido y consagrado profesional de mas de 50 años en la actividad de seguros; con altos valores de ética y moral profesional, incansable luchador, donde para Juanca la palabra siempre fue mucho mas importante que cualquier papel firmado; una persona muy generosa en transmitir sus amplios conocimientos técnicos y comerciales de la actividad de seguros, logrando en toda su carrera el respeto y reconocimiento de sus todos sus pares, colegas y clientes.

En su persona, un ser humano sencillo, humilde, de bajo perfil y gran corazón, siempre a disposición de los necesitados, un tipo muy querible en todas las actividades que desarrolló (seguros, turf, gastronomía) y siempre positivo.

Para EL nada era imposible, todo se podía lograr, solo había que proponérselo y sacrificarse en pos del objetivo.  Nosotros que tuvimos el lujo de conocerlo, y compartir con Juanca gran parte de nuestras vidas, les podemos afirmar que hemos perdido a UN GRANDE DE VERDAD.

 

Este sencillo homenaje es un reconocimiento de todos los integrantes de GoSeguros.com, para decirle “GRACIAS JUAN CARLOS POR TODO LO QUE NOS DEJASTE” y que Dios te tenga en su Santa Gloria.

 Siempre estarás entre nosotros, en la vida diaria y fundamentalmente en nuestros corazones.

 Hasta siempre GANADOR!!!!!!!!!!!!!

texto: Edgardo A. Menta/Go-Seguros





Munich Re confirma interesse na compra de activos da AIG na Ásia

1 12 2008

 A Munich Re, a maior resseguradora do mundo, confirmou hoje que pretende analisar a possível compra de alguns negócios asiáticos de seguros Vida da American International Group (AIG), a seguradora resgatada pelo Governo dos Estados Unidos.

 O grupo alemão adiantou que a sua divisão de seguros, a ERGO, planeia expandir-se em”fortes” mercados emergentes na Ásia, como a China e a Coreia do Sul, e que está interessada em parte da actividade de seguros Vida da AIG nessa região.

“Estamos a estudar as operações Vida da AIG na Ásia”, afirmou Ludger Arnoldussen, membro do conselho de administração da Munich Re, numa conferência de imprensa realizada hoje em Hong Kong, citada pela agência Reuters.

Várias seguradoras em todo o mundo, incluíndo a China Life Insurance, têm estado de olho nos activos que a companhia norte-americana AIG colocou à venda desde que recebeu 152 mil milhões de dólares (118,7 mil milhões de euros) através do plano de ajuda do Governo norte-americano para evitar a sua falência, devido à sua exposição ao mercado hipotecário de alto risco.

Artigo: DN/ Cristina Barreto





Chip das matrículas potencia novos seguros do carro.

1 12 2008

 Seguros automóveis accionados apenas quando o veículo circula e parquímetros sem necessidade de ticket são potencialidades dos chips das matrículas, uma nova identificação automóvel que o secretário de Estado das Obras Públicas admite arrancar já no próximo ano.

O Governo enviou, na semana passada, para parecer da Comissão de Protecção de Dados a nova legislação que vai obrigar à colocação de um chip em todos os veículos para cobrança de portagens virtuais, controlo e gestão de tráfego e fiscalização de infracções rodoviárias.

«Haverá um conjunto de outras aplicações privadas que podem ser feitas com este dispositivo. Pessoas com uma segunda viatura, geralmente parqueada, podem ter um seguro que só é accionado quando é detectado o funcionamento do veículo. Todos poderemos poupar no custo do seguro», exemplifica o secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, em declarações à Lusa.

Outra das possibilidades, para desenvolver por privados e de adesão voluntária, é a cobrança automática do abastecimento numa estação de serviço ou o controlo de acesso a zonas históricas das cidades e a terminais rodoviários.

O dispositivo electrónico pode servir ainda para abrir automaticamente o portão de uma garagem ou a entrada de um condomínio privado, sem recurso a chave, a comando ou a vigilante.

Menos pacífica é a cobrança virtual de portagens, um dos três objectivos invocados pelo Governo para criar este sistema, que será usado no pagamento em novas concessões rodoviárias e nalgumas SCUT – vias sem custo para o utilizador.

«Este sistema não foi concebido por causa das auto-estradas ou da introdução de portagens nas auto-estradas vulgarmente chamadas SCUT. Foi pensado por um conjunto de outras utilizações. No entanto, também vai ser utilizado nessas auto-estradas e nas que estamos neste momento a concessionar», ressalva Paulo Campos.

Assim, as futuras auto-estradas do país vão deixar de ter portageiros, uma vez que o chip obrigatório faz uma identificação automática, à semelhança da via verde. Nas vias já existentes, fica a cargo dos concessionários manter ou não os portageiros.

Para o Governo, as portagens virtuais reduzem os custos de construção das estradas e permitem criar mais nós de acesso, aumentando as acessibilidades.

O novo sistema vai ainda diminuir os veículos a circular sem seguro ou inspecção obrigatórios: «Podem fiscalizar-se mais carros em menos tempo e, portanto, aumenta-se a probabilidade de descobrir aqueles que estão a infringir. A fiscalização vai ter melhores condições para ser executada, porque não é necessário mandar parar todos os carros», avisa.

O chip é identificado através de um número de série, restringindo o acesso da matrícula e dos dados do condutor aos agentes de autoridade, concessionários ou institutos públicos ligados à gestão do tráfego.

«Hoje, um agente de autoridade ao inspeccionar um veículo tem de o mandar parar e introduzir a matrícula num sistema, que interage com outro sistema. Agora, haverá a possibilidade de automatismos», explica Paulo Campos, sublinhando que as forças de segurança vão ter acesso aos mesmos dados que actualmente.

O novo dispositivo vai ter um alcance meramente local, segundo o governante, não permitindo a cobertura integral dos itinerários dos automobilistas, uma das questões que preocupava deputados, especialistas e também os cidadãos que subscreveram uma petição contra a invasão da privacidade.

Para o secretário de Estado, este é um assunto já acautelado: «A privacidade das pessoas e dos direitos e liberdades e garantias é uma questão que preocupa o Governo. Como tal, obviamente esta legislação teve sempre em atenção essas componentes».

Por definir está ainda o custo do chip, que apesar de obrigatório vai ser suportado pelos automobilistas, bem como a forma de colocação no mercado.

Artigo: Diário Digital / Lusa