Companhia de seguros do grupo SLN está em risco

21 05 2009

Solução para a companhia de seguros da SLN poderá passar por refinanciar ou por encontrar um comprador.

A companhia de seguros do grupo Sociedade Lusa de Negócios (SLN), a Real Seguros, poderá estar em risco de falência. A seguradora Não Vida deverá decidir, numa assembleia-geral marcada para dia 28 de Maio, se dissolve a sociedade, se faz uma redução de capital ou se, pelo contrário, haverá uma injecção de capital pelos accionistas. Isto porque a companhia terá neste momento os seus capitais próprios abaixo do limite legal.

 Artigo: Diario EconómicoMaria Ana Barroso  





Seguros telefónicos… faça e pague já!. Pense depois (no que se meteu)…

3 03 2009

Se houvesse uma Seguradora que conseguisse fazer valer a teoria dos três Bês isto é ser Boa, Bonita e Barata então o mercado não possuía 510 Companhia autorizadas a operar em Portugal, mas uma ou duas.

O que por vezes nos esquecemos é que essas Entidades estão subordinadas a critérios de rentabilidade, estabilidade financeira e distribuição de dividendos, que, como qualquer outra empresa, as tornam sociedades sólidas, sérias e honestas perante o meio onde estão inseridas, procurando com o recebimento dos prémios a gestão eficaz do dinheiro, para fazer face ao infortúnio da ocorrência do sinistro.

Noutro ponto aparecem Seguradoras telefónicas, desejosas de se fazerem notar seja pela publicidade negativa emitida na qual apresentam sujeitos com deficiências degenerativas nasais, os vulgarmente chamados pinóquios, ou actores com modos e voz abichanada para manifestamente gozarem com as opções sexuais de cada um, sem o respeito que é devido ao público em geral, não fazendo passar uma mensagem de esclarecimento nem do duvidoso produto que pretendem promover, mas sim procurando através disso chamar a atenção para a mensagem única que é “O seguro é mais barato… pois faça e pague já! Pense depois!!!”

Porque acreditam na publicidade vão logo para o telefone e a partir dai, depois de terem transferido o seu dinheiro no Multibanco ou em home banking ficam naquela letargia que o mal só acontece aos outros, até à altura em que o infortúnio dum sinistro bate à porta e aí habitualmente saem pela esquerda baixa ou pela porta das traseiras sem serem notados e procurando não demonstrar aos outros que foram “levados” pela cantiga da publicidade, como alguns agora o foram com o investimento que fizeram em acções ou em produtos do mercado bancário.

Neste particular, como sabemos há variadíssimos Clientes lesados com as suas poupanças que demoraram anos a constituir, fruto de continuo aforro e que pela investida de certos balconistas de instituições bancárias investiram essas mesmas poupanças em acções ou produtos que diziam dar há um par de meses rentabilidades miraculosas e que agora ficaram delapidados. Quando procuram apurar responsabilidades esses descartam-se como um impermeável para a chuva, dizendo que a culpa é da crise internacional e que tenham paciência porque melhores dias virão, ou como diria o outro, se amanhã não chover deverá estar um rico dia.

Neste particular a culpa tem a ver com a boa fé e os brandos costumes que nos caracterizam, o que leva parte substancial dos Clientes a não desconfiar até daquela instituição bancária que na venda do crédito à habitação e não só, obriga os seus balconistas a promoverem seguro de vida que possui uma carência de 3 anos em caso de Morte ou Invalidez por doença do Cliente. Isto é, o Cliente paga desde o momento 0 e até ao 36º mês apenas possui seguro dando garantias sobre o que acontecer por acidente, caso ocorra uma fatalidade de morte por doença ou invalidez por doença, passam a haver duas fatalidades: A primeira a do próprio infortúnio e a segunda o facto de ninguém ter explicado e evidenciado que afinal o seguro não dava garantias sobre essa situação durante três anos.

De igual modo as promoções constantes de algo ou alguma coisa, faz-nos lembrar aqueles supermercados que para se verem livres de produtos em final de estação promovem a venda de produtos natalícios ou de verão assim que termina a época, ou as empresas que fazem descontos suplementares sempre que o produto seja descontinuado e queiram ver-se livres deles. Pois já vimos e denunciámos inclusive situações de balconistas de bancos que na ânsia de verem o crédito pedido pelo Cliente aprovado, obrigá-lo a efectuar seguro de vida com a expressa exclusão de não mencionarem no questionário médico, apenso à proposta de seguro de vida, a sua situação de deficiência ou de portador de doença.

Procurar colocar a sua carteira de seguro através de Bancos ou de “seguradeiras” telefónicas faz-me lembrar o meu avô, que dizia: Nada está assim tão mau, que não possa ainda piorar.

Contacte um mediador profissional credenciado pelo Instituto Seguros Portugal e inscrito na APROSE. Sentirá a diferença.

Por Luiz Filipe, Actaseguros-Corretores de Seguros, S.A.

Vida Económica 30/01/2009





COMUNIDAD GO-SEGUROS.COM… LAMENTABLEMENTE, ESTAMOS DE LUTO. 

2 12 2008

El pasado miércoles 26 de noviembre por la noche, Dios ha decidido llevarse a JUAN CARLOS A. PIZZI, padre de Fabián y Walter Pizzi, ambos integrantes de GoSeguros.com.

Con la partida de Juan Carlos hemos perdido a un GRANDE, ya que con EL se fue un reconocido y consagrado profesional de mas de 50 años en la actividad de seguros; con altos valores de ética y moral profesional, incansable luchador, donde para Juanca la palabra siempre fue mucho mas importante que cualquier papel firmado; una persona muy generosa en transmitir sus amplios conocimientos técnicos y comerciales de la actividad de seguros, logrando en toda su carrera el respeto y reconocimiento de sus todos sus pares, colegas y clientes.

En su persona, un ser humano sencillo, humilde, de bajo perfil y gran corazón, siempre a disposición de los necesitados, un tipo muy querible en todas las actividades que desarrolló (seguros, turf, gastronomía) y siempre positivo.

Para EL nada era imposible, todo se podía lograr, solo había que proponérselo y sacrificarse en pos del objetivo.  Nosotros que tuvimos el lujo de conocerlo, y compartir con Juanca gran parte de nuestras vidas, les podemos afirmar que hemos perdido a UN GRANDE DE VERDAD.

 

Este sencillo homenaje es un reconocimiento de todos los integrantes de GoSeguros.com, para decirle “GRACIAS JUAN CARLOS POR TODO LO QUE NOS DEJASTE” y que Dios te tenga en su Santa Gloria.

 Siempre estarás entre nosotros, en la vida diaria y fundamentalmente en nuestros corazones.

 Hasta siempre GANADOR!!!!!!!!!!!!!

texto: Edgardo A. Menta/Go-Seguros





Munich Re confirma interesse na compra de activos da AIG na Ásia

1 12 2008

 A Munich Re, a maior resseguradora do mundo, confirmou hoje que pretende analisar a possível compra de alguns negócios asiáticos de seguros Vida da American International Group (AIG), a seguradora resgatada pelo Governo dos Estados Unidos.

 O grupo alemão adiantou que a sua divisão de seguros, a ERGO, planeia expandir-se em”fortes” mercados emergentes na Ásia, como a China e a Coreia do Sul, e que está interessada em parte da actividade de seguros Vida da AIG nessa região.

“Estamos a estudar as operações Vida da AIG na Ásia”, afirmou Ludger Arnoldussen, membro do conselho de administração da Munich Re, numa conferência de imprensa realizada hoje em Hong Kong, citada pela agência Reuters.

Várias seguradoras em todo o mundo, incluíndo a China Life Insurance, têm estado de olho nos activos que a companhia norte-americana AIG colocou à venda desde que recebeu 152 mil milhões de dólares (118,7 mil milhões de euros) através do plano de ajuda do Governo norte-americano para evitar a sua falência, devido à sua exposição ao mercado hipotecário de alto risco.

Artigo: DN/ Cristina Barreto





Chip das matrículas potencia novos seguros do carro.

1 12 2008

 Seguros automóveis accionados apenas quando o veículo circula e parquímetros sem necessidade de ticket são potencialidades dos chips das matrículas, uma nova identificação automóvel que o secretário de Estado das Obras Públicas admite arrancar já no próximo ano.

O Governo enviou, na semana passada, para parecer da Comissão de Protecção de Dados a nova legislação que vai obrigar à colocação de um chip em todos os veículos para cobrança de portagens virtuais, controlo e gestão de tráfego e fiscalização de infracções rodoviárias.

«Haverá um conjunto de outras aplicações privadas que podem ser feitas com este dispositivo. Pessoas com uma segunda viatura, geralmente parqueada, podem ter um seguro que só é accionado quando é detectado o funcionamento do veículo. Todos poderemos poupar no custo do seguro», exemplifica o secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, em declarações à Lusa.

Outra das possibilidades, para desenvolver por privados e de adesão voluntária, é a cobrança automática do abastecimento numa estação de serviço ou o controlo de acesso a zonas históricas das cidades e a terminais rodoviários.

O dispositivo electrónico pode servir ainda para abrir automaticamente o portão de uma garagem ou a entrada de um condomínio privado, sem recurso a chave, a comando ou a vigilante.

Menos pacífica é a cobrança virtual de portagens, um dos três objectivos invocados pelo Governo para criar este sistema, que será usado no pagamento em novas concessões rodoviárias e nalgumas SCUT – vias sem custo para o utilizador.

«Este sistema não foi concebido por causa das auto-estradas ou da introdução de portagens nas auto-estradas vulgarmente chamadas SCUT. Foi pensado por um conjunto de outras utilizações. No entanto, também vai ser utilizado nessas auto-estradas e nas que estamos neste momento a concessionar», ressalva Paulo Campos.

Assim, as futuras auto-estradas do país vão deixar de ter portageiros, uma vez que o chip obrigatório faz uma identificação automática, à semelhança da via verde. Nas vias já existentes, fica a cargo dos concessionários manter ou não os portageiros.

Para o Governo, as portagens virtuais reduzem os custos de construção das estradas e permitem criar mais nós de acesso, aumentando as acessibilidades.

O novo sistema vai ainda diminuir os veículos a circular sem seguro ou inspecção obrigatórios: «Podem fiscalizar-se mais carros em menos tempo e, portanto, aumenta-se a probabilidade de descobrir aqueles que estão a infringir. A fiscalização vai ter melhores condições para ser executada, porque não é necessário mandar parar todos os carros», avisa.

O chip é identificado através de um número de série, restringindo o acesso da matrícula e dos dados do condutor aos agentes de autoridade, concessionários ou institutos públicos ligados à gestão do tráfego.

«Hoje, um agente de autoridade ao inspeccionar um veículo tem de o mandar parar e introduzir a matrícula num sistema, que interage com outro sistema. Agora, haverá a possibilidade de automatismos», explica Paulo Campos, sublinhando que as forças de segurança vão ter acesso aos mesmos dados que actualmente.

O novo dispositivo vai ter um alcance meramente local, segundo o governante, não permitindo a cobertura integral dos itinerários dos automobilistas, uma das questões que preocupava deputados, especialistas e também os cidadãos que subscreveram uma petição contra a invasão da privacidade.

Para o secretário de Estado, este é um assunto já acautelado: «A privacidade das pessoas e dos direitos e liberdades e garantias é uma questão que preocupa o Governo. Como tal, obviamente esta legislação teve sempre em atenção essas componentes».

Por definir está ainda o custo do chip, que apesar de obrigatório vai ser suportado pelos automobilistas, bem como a forma de colocação no mercado.

Artigo: Diário Digital / Lusa





BPN: Real Seguros mantém-se nas mãos dos accionistas.

1 12 2008

 Seguradora estava na lista de activos a alienar mas não chegou a encontrar compradorApenas o BPN é nacionalizado, os restantes negócios detidos pelo Grupo SNL, onde estão incluídos o Grupo Português de Saúde e Real Seguros mantêm-se nas mãos dos accionistas.

 

Aliás, estes estavam incluídos na lista de activos que o grupo colocou à venda no dia 16 de Setembro, inseridos no âmbito do plano de reestruturação liderado por Miguel Cadilhe mas que, até à data, não encontrou comprador, apesar da Liberty Seguros ter chegado a analisar a compra do negócio segurador do Grupo.

O responsável, na altura, adiantou que o BPN não estava à venda e que só iria alienar «venda de empresas, activos e áreas de negócio consideradas não estratégicas».

A Real Seguros é controlada em 95% pelo grupo BPN. Criada em 1988 por um núcleo accionista maioritariamente do Norte, a Real Seguros passou a ser detida por maioria qualificada pelo BPN em 1999, altura em que mudou a designação para BPN Seguros de Vida.

Refira-se entretanto que…

  • BPN tem mais de 200 balcões e 204 mil clientes

  • Luís Figo é accionista do BPN

  • BCP diz que nacionalizar BPN é situação limite mas justificada

  • CGD assegura plenamente liquidez do BPN

Artigo: Agencia Financeira





Seguros mais claros a partir de 2009

21 04 2008

O novo regime jurídico de contrato de seguro, que reforça as garantias dos consumidores e reforça os deveres de informação, foi ontem publicado em “Diário da República”, e entra em vigor a partir de 2009.

O novo regime tem entre os seus principais objectivos reforçar as garantias dos consumidores de contratos de seguro, mas dá também um passo importante no sentido de consolidar num único diploma o regime geral do contrato de seguro, evitando a dispersão e a fragmentação legislativa.

O Governo defende que o novo regime jurídico cria as condições para a competitividade e desenvolvimento do sector segurador em Portugal.

“Nesta reforma foi dada particular atenção à tutela do tomador de seguro e do segurado, como parte contratual mais débil, sem descurar a necessária ponderação das empresas se seguros”, refere o decreto-lei.

O decreto reforça também os deveres de informação da empresa seguradora ao segurado, sublinhando que as cláusulas que excluem ou limitem a cobertura do seguro devem ser incluídas em destaque para ser facilmente detectáveis.

Artigo: Jornal de Notícias.





Qué vergüenza ajena siento por el MTC

21 03 2008

MTC en Perú significa Ministerio de Transportes y Comunicaciones.El MTC para esta Semana Santa difunde alegremente que los ciudadanos pueden denunciar gratuitamente a los choferes imprudentes, llamando gratis al teléfono +51080012345 (nr del Peru).

El miércoles 19 entre las 7 a 9 de la noche he llamado insistentemente y, o nunca me contestaban, o me decían que no escuchaban, o me cortaban o me daban un teléfono celular (que aquí tiene un costo alto) N° +5198466017 (nr del Peru). En éste último también me cortaron.

Dónde denuncio a los funcionarios imprudentes ???.

Las portadas de los diarios grafican los accidentes de tránsito con frases como “…murieron triturados…”, las guapas presentadoras no saben qué cara poner cuando abren sus Noticieros y vemos a los Bomberos abriendo latas para sacar cadáveres.

La Defensora del Pueblo cree que descubre la pólvora cuando dice que Verónica Zavala, la Ministra del MTC, ha fracasado con el Plan Tolerancia Cero.

Esta impasible Ministra dice que han realizado más de 233,223 intervenciones en todo el país y bla, bla, bla…… los muertos, inválidos,  heridos, viudas, huérfanos y similares, siguen sumándose, siguen creciendo…hasta cuándo Ministra, hasta cuándo Presidente ???.

Hace 12 años Colombia tenía 8,000 muertos anuales por accidentes de tránsito y el actual Presidente Álvaro Uribe  (Senador de la República en aquellos tiempos), decide atacar esta “epidemia social” y plantea crear un Sistema de Prevención Vial con carácter privado, que sea administrado por las Compañías de Seguros y que tuviera una fuente de financiación sostenible a través del Soat.

Colombia cerró el 2007 con 5,000 muertos, habiendo contribuido el Fondo de Prevención Vial, entre otros, a reducir en 3,000 muertos por año.

Ministra del MTC, le puedo alcanzar el DVD de mi programa “Hablemos de Seguros” del miércoles 19 donde, lejos de apreciar lo pésimo que se comportan sus funcionarios, podrá escuchar la furibunda indignación de los televidentes. 

Articulo: Gabriel Bustamante Sánchez –

Especialista en Seguros.www.segurosbustamante.net 4728202  2650290  98334923.





Gravidez e maternidade deixam de agravar seguros

13 03 2008

A partir de Dezembro de 2009

A gravidez e a maternidade vão deixar de contar para agravar os custos dos prémios dos seguros, designadamente nos de saúde, a partir de Dezembro de 2009, segundo um diploma publicado esta quarta-feira em Diário da República.

De acordo com a legislação, que transpõe uma directiva europeia que proíbe a discriminação em função do sexo no acesso aos serviços, “os custos relacionados com a gravidez e a maternidade não podem resultar numa diferenciação de prémios e prestações dos contratos de seguro e outros serviços financeiros”.

Segundo Mónica Dias, especialista da associação de defesa dos consumidores DECO, a diferença de preços de seguros entre homens e mulheres faz-se sentir principalmente nos seguros de saúde, onde em regra pelo mesmo pacote de coberturas uma mulher paga mais do que um homem por causa da cobertura do parto. Artigo: CM.





Há espaço para fusões” no sector dos seguros

10 03 2008

O presidente do Instituto de Seguros de Portugal, Fernando Nogueira, acredita que há espaço para mais operações de fusões e aquisições no sector dos seguros, sobretudo entre companhias de menor dimensão.

O presidente do Instituto de Seguros de Portugal, Fernando Nogueira, acredita que há espaço para mais operações de fusões e aquisições no sector dos seguros, sobretudo entre companhias de menor dimensão.

“Ainda há espaço para fusões e integrações no mercado nacional. Pode acontecer nos operadores de menor dimensão, por causa das regras de solvência II”, disse Fernando Nogueira, presidente do Instituto de Seguros de Portugal no Parlamento, na Comissão de Orçamento e Finanças.

Artigo: JNOnline – Maria joão Gago