Lusitânia Lança Novo Produto.

28 06 2007

Protecção Criança “O Seguro dos mais pequeninos”.

Na constante tentativa de encontrar os melhores produtos do mercado, e procurar satisfazer as crescentes necessidades dos nossos clientes, a Lusitania lançou o Seguro Protecção Criança.

O Seguro Protecção Criança dirige-se aos pais, ou tutores legais, responsáveis pela educação de crianças ou jovens até aos 17 anos de idade, economicamente dependentes e que não exerçam uma actividade profissional.

Este novo seguro garante, na Europa e bacia do Mediterrâneo, uma protecção total 24h/dia, 365 dias por ano. As coberturas de acidentes pessoais são válidas em qualquer parte do Mundo.  Este seguro funciona mesmo, para determinadas coberturas,  em complemento do Seguro Escolar habitual.

Assim, o Protecção Criança assegura, em caso de acidente, o reembolso das despesas médicas, despesas com explicações (se a criança não puder ir à escola), o pagamento de um subsídio diário ao tomador do seguro para a criança ser melhor acompanhada em  caso de internamento hospitalar desta  e, ainda, o pagamento de despesas a terceiros, por actos causados pela criança, no âmbito da responsabilidade civil exigida aos pais ou tutor.

A subscrição deste novo seguro contempla a oferta de um seguro de vida (capital por morte) na Lusitania Vida, conforme disposições descritas no Manual do Seguro, sendo a oferta condicionada à aceitação, por parte da Lusitania Vida, Companhia de Seguros, SA.

Para mais informações, agradecemos a consulta do produto através do contacto com o seu mediador de seguros, oswaldo@omvf-seguros.com ou através da pagina web, www.omvf-seguros.com .

Fonte: Lusitania Seguros





S. Bento : Oposição acusa Governo de minar confiança no SNS

27 06 2007

Seguros de saúde em alta.

A dificuldade de acesso aos cuidados de saúde no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS) faz aumentar de forma continuada o número de portugueses que faz um seguro de saúde para recorrer ao sector privado. O número dos novos segurados representa uma média anual de 100 mil e, em 2007, esse número será o dobro, ascendendo a dois milhões de utentes com seguro. 

A constatação do aumento do recurso aos seguros de saúde foi ontem feita pela deputada social–democrata Zita Seabra, na interpelação que o PSD fez ao Governo, na Assembleia da República. Segundo a deputada, em 2004 o número de portugueses com seguros de saúde era de 1,6 milhões. No ano seguinte subiu para 1,8 milhões e, no final deste ano, serão dois milhões aqueles que recorrem a seguros privados.Depois de dizer que nada tem contra as companhias de seguros, “que aproveitaram bem o sentimento de insegurança para criar um nicho de mercado”, Zita Seabra responsabilizou o Governo: “Os seguros multiplicam-se porque há listas de espera nos serviços de saúde, falta de médicos, não se consegue marcar uma consulta em tempo útil.”

Artigo: CM /Cristina Serra/A.M.S. com Lusa





Loulé: Viúva e filhos de vítima de desastre desesperam

27 06 2007

Família à espera de 150 mil euros

Há dez anos que Maria da Soledade Lopes de Almeida espera por uma indemnização de 150 mil euros pela morte do marido, vítima de atropelamento no dia 9 de Abril de 1997, em Benfarras, Boliqueime. Manuel Lopes de Almeida Júnior, de 31 anos, seguia a pé pela berma da EN125, quando foi colhido por uma carrinha com a qual um autocarro acabara de chocar.

A viúva da vítima, que deixou dois filhos (Rúben, na altura com 15 anos, e Nuno de seis meses), espera ainda pela indemnização a que as companhias de seguros dos dois veículos foram condenadas a pagar. “Já houve decisão do Tribunal de Loulé e do Tribunal da Relação de Évora, mas continuam a recusar pagar”, queixa-se Maria da Soledade, que critica ainda a forma como o caso tem sido tratado pelas companhias envolvidas.

“Um advogado disse-me que o meu marido, por não ser engenheiro, nem doutor, não valia os 150 000 euros que a família pede de indemnização”, alega a viúva de Manuel Júnior, trabalhador em plataformas petrolíferas, onde auferia mensalmente mais de 350 contos.“Era o único sustento da família”, diz Maria da Soledade, que frequentava na altura o 3.º ano de Línguas Modernas da Universidade do Algarve.

A residência que o casal possuía no Barreiro, da qual ainda falta pagar cerca de 9000 euros de um empréstimo contraído à Caixa Geral de Depósitos, está em risco de ser alvo de penhora. “O banco tem aguentado ao máximo, à espera que a indemnização pague mais essa dívida, mas a demora pode fazer perder o único bem que o meu marido nos deixou”, lamenta Maria da Soledade.

A viúva recebe uma pensão de 138 euros e reforça os seus parcos rendimentos dando explicações a estudantes. Viu-se obrigada a mudar-se com os filhos para casa dos pais. “Emagreci dez quilos, tive uma depressão e fiquei com a vida completamente destroçada”, queixa-se. 

SEGURADORAS NÃO EXPLICAM O ATRASO 

A companhia de seguros Fidelidade Mundial não se mostrou disponível para explicar este caso.

O departamento jurídico de A Tranquilidade, por sua vez, invocou “confidencialidade dos dados de clientes” para não se pronunciar sobre o assunto. Adiantou, no entanto, que “os pagamentos de sua responsabilidade são prontamente efectuados” e que “eventualmente há falta de pagamento porque não existe condenação ou porque a sentença não tenha ainda transitado em julgado”.

O acidente ocorreu na EN125, no dia 9 de Abril de 1997, cerca do meio-dia, quando a vítima caminhava na berma da estrada, fora do asfalto.

O embate de um autocarro de passageiros, segurado na Tranquilidade, nas traseiras de uma furgoneta, segurada na Fidelidade Mundial, ocasionou o despiste deste veículo, que foi esmagar mortalmente a vítima.

As companhias foram condenadas a pagar a indemnização pelo Tribunal de Loulé (em 2001, 2003 e 2005) e, pela Relação de Évora, em 27 de Março de 2007, mas a família continua à espera. Artigo: CM /Teixeira Marques





Aveiro: PSP deteve seis pessoas por burla a seguradoras

27 06 2007

A PSP deteve hoje seis pessoas por burla a cinco seguradoras, provocando ou simulando acidentes para receberem o dinheiro das reparações, e apreendeu-lhes carros de alta cilindrada, duas granadas de mão e diversas armas.

As detenções ocorreram durante a operação «Colisão», desencadeada entre as 13:00 de terça-feira e as 06:00 de hoje em Ovar, Feira e Gaia, e envolveu elementos de investigação criminal de várias subunidades do Comando de Polícia de Aveiro e uma equipa de inactivação de engenhos explosivos da PSP do Porto. Durante a operação, a PSP procedeu à execução simultânea de sete mandados de busca e seis mandados de detenção, solicitados ao Tribunal Judicial de Espinho, em cinco residências, uma oficina e um estabelecimento de venda automóvel.Foram detidos quatro homens e duas mulheres, de idades compreendidas entre os 21 e os 36 anos, residentes em Santa Maria da Feira, Ovar e Vila Nova de Gaia, sendo uma das mulheres desempregada, a outra auxiliar de acção médica, dois pintores de automóveis, um vendedor automóvel e um futebolista.

Segundo a PSP, o grupo combinava acidentes de viação entre os seus elementos ou envolvendo terceiros e simulavam ou agravavam danos nas viaturas que efectivamente não ocorriam, para assim receberem, ilegalmente, as compensações das companhias de seguro.

A Operação «Colisão» foi executada com a colaboração da Direcção de Finanças de Aveiro e o apoio de cinco companhias de seguros que terão sido lesadas pelo menos em 350 mil euros.

Na posse do grupo foram encontradas duas granadas de mão, um revólver e uma pistola de alarme transformada para calibre 6,35 mm, com carregador e quatro munições, armas essas que não estavam registadas.

Na operação, foram apreendidos 12 automóveis, dos quais só um não é de alta cilindrada, avaliados no total em cerca de 146 mil euros, que terão sido utilizados na burla, documentação diversa relativa a outros eventuais crimes de natureza fiscal e seis computadores, além de 3.500 euros em dinheiro.

Na busca a uma oficina foi também apreendido diverso material usado para reparação de veículos acidentados, nomeadamente ópticas, pára-choques e farolins.

Aos detidos, que serão presentes hoje no Tribunal de Espinho, são imputados diversos crimes, nomeadamente o de burla qualificada, punível com pena de prisão de dois a oito anos, e o crime de atentado à segurança de transporte rodoviário, punível com pena de prisão de três a dez anos.

Alguns dos detidos são ainda suspeitos do crime de detenção de arma proibida e de falsificação de documentos.

Diário Digital / Lusa





Protecção Civil: Seguros pagam quase 30% do orçamento anual

27 06 2007

O Instituto de Seguros de Portugal (ISP) contribui com 26% para o orçamento da Protecção Civil, de acordo com dados revelados hoje pelo secretário de Estado do sector, Ascenso Simões.

O governante falava no final de uma visita do presidente do ISP, Fernando Dias Nogueira, à sede da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), em Carnaxide, Oeiras, arredores de Lisboa. Previsto na Lei, o contributo do Instituto é de cerca de 30 milhões de euros anuais, provenientes dos prémios de seguros pagos pelos cidadãos e entidades, e cobre quase um terço dos 115 milhões de euros que constituem o orçamento anual da ANPC, adiantou o secretário de Estado da Protecção Civil. Cerca de 20% desta verba é investida em aviões e helicópteros para combater incêndios florestais, acrescentou Ascenso Simões. Os 30 milhões de euros entregues anualmente pelo ISP à Protecção Civil é um valor que, nos últimos 30 anos, sofreu apenas «pequenas actualizações», revelou o governante.

Outro grande financiador da Protecção Civil é a Santa casa da Misericórdia de Lisboa, através das receitas do Departamento de Jogos, mas Ascenso Simões não avançou a verba atribuída pela instituição.

Ascenso Simões justificou o convite ao presidente do ISP para visitar a Autoridade como uma forma de «prestar contas» aos parceiros do organismo que tutela e mostrar-lhes «onde se investe o dinheiro» que disponibilizam.

 Diário Digital / Lusa

 





A VICTORIA Seguros, estabelece código de conduta.

15 06 2007

Seguindo sempre uma inegável procura na profissionalização e na qualidade de seus colaboradores (mediadores) e atendendo ao novo quadro legal criado pela nova lei da mediação de seguros, desenvolveu a VICTORIA Seguros, um código de conduta que visa incutir nos mediadores o espírito da profissionalização da classe. 

São estes os baluartes que pretende a companhia ver implementado nos seus colaboradores e aplicado de forma coerente e transparente quando se encontrem os mesmos a desenvolver acções de venda dos produtos da VICTORIA Seguros.

Princípios Fundamentais do Código de CondutaLegalidade
Agindo sempre em conformidade com a lei e os regulamentos emanados das autoridades competentes.

Boa fé
Actuando, junto dos interlocutores internos ou externos, no quadro de confiança suscitando, de forma correcta e leal, com adequado sentido de cooperação.

Eficiência
Procurando cumprir as missões e executar as funções ou tarefas que lhes caibam com rigor e qualidade, através de processos simples e expeditos, sentido de economia, de bom e racional uso dos recursos.

Verdade e transparência
Estabelecendo relações na base destes valores e assegurando o exercício das respectivas funções de modo rigoroso, reservado e fiável, bem como a disponibilização, de forma clara e fidedigna, da informação que deva ser prestada.

Imparcialidade e Igualdade
Acompanhando, numa postura de equidistância, os assuntos e matérias que possam envolver interesses não convergentes entre os diversos interlocutores, garantindo a todos um tratamento igual, sem discriminação, quer numa perspectiva formal quer material.

Integridade
Agindo, em todas as circunstâncias, com rectidão e honestidade, no respeito pelo primado dos superiores objectivos da VICTORIA, abstendo-se de aceitar de terceiro qualquer compensação, favor ou vantagem por acto praticado ao serviço desta e recusando intervir na gestão de situações em que haja, ou possa haver, colisão de interesses, pessoais e institucionais.

 Site Victoria Seguros e Oswaldo Fernandez





El silencio ensordecedor del SOAT

15 06 2007

El parque automotor peruano supera el millòn docientos mil vehìculos y actualmente, segùn cifras oficiales, sòlo el 80% tiene el stiker del SOAT pegado en el parabrisas del copiloto de su respectivo vehìculo.El SOAT es el Seguro Obligatorio contra Accidentes de Trànsito y desde su creaciòn ha pagado màs de 150 millones de dòlares en sus distintas coberturas como son: Fallecimiento, Sepelio, Invalidez Permanente, Incapacidad Temporal y Gastos de Curaciòn. Por supuesto que es perfectible este buen producto, segùn ùltimas normas se ha creado la Central de Riesgos mediante la cual se computarà al asegurado chocador que en sus renovaciones siguientes pagarà màs, y al asegurado cuidadoso o que nunca usò el seguro, obviamente se le bonificarà con descuentos en sus pagos.Hace algunos meses en Puno un bus camiòn repleto de pasajeros a bordo, cayò a un abismo muriendo en el acto 50 peruanos, lamentablemente el vehìculo no tenìa el SOAT y ningùn familiar pudo cobrar las indemnizaciones que les correspondìa por Muerte y Sepelio, en total se hubieran desembolsado màs de 860 mil dòlares. Cada viuda o madre de los muertos tuvieron que pasar la mar y morena para enterrar a sus vìctimas, algunas de manera indigna, y sufrir el calvario de continuar con sus vidas sin su ser querido. El ùnico camino fue judicializar el caso es decir demandar ante el Poder Judicial a la empresa y probar su irresponsabilidad.El control policial no debe cejar ante ese 20% de vehìculos que no tiene este seguro y tambièn la poblaciòn misma debe cuidar de no subir a estos, por el contrario debemos denunciarlos de inmediato con el  primer Policìa que encontremos, nuestros derechos no sòlo debemos conocerlos sino ejercerlos.No debemos pensar en que debemos comprar el SOAT para evitar la multa con la consiguiente retenciòn del vehìculo sino en la protecciòn que brindaremos, en caso de accidente, a nuestros pasajeros y a los peatones. Explico facilito: si un choque causa la muerte, los Gastos de Sepelio estaràn asegurados hasta 3,450 nuevos soles y a la viuda, hijos o padres se les pagarà 13,800 nuevos soles por la cobertura de Fallecimiento; si a Dios gracias no hay muerte existen 3 coberturas, Invalidez Permanente, cada parte de nuestro cuerpo tiene un valor monetario (ejm. pèrdida de los 2 ojos 13,800), otra cobertura es Incapacidad Temporal, cada dìa de hospitalizaciòn o que no se trabaje se cobrarà 17.50 nuevos soles aproximadamente y por ùltimo los Gastos de Curaciòn hasta 17,250 nuevos soles. 

Pregunta a las Aseguradoras y al Estado que quedan en el tintero.Si estos datos de coberturas y montos por cobrar se le entrega a los propietarios o choferes del millòn docientos mil vehìculos que compran el SOAT me pregunto:Quièn le enseña a los màs de 26 millones de peruanos que son pasajeros y peatones, que no tienen ningùn tipo de vehìculos y que estàn expuestos a lesiones y muertes por accidentes de trànsito?.

 Preguntas que todos estos años ha tenido un silencio ensordecedor.Còmo le devuelve el Estado a la poblaciòn el 19% por concepto de IGV que cobra cada año por este Seguro SOAT?…..què hace con los cerca de 10 millones de dòlares de recaudaciòn?….. Hace campañas informativas sobre la difusiòn de los derechos de pasajeros y peatones sobre el SOAT?….a quièn le conviene màs tener a una poblaciòn ignorante respecto de sus derechos por cobrar en casos de accidentes de trànsito?….Los Gobernantes Valentìn Paniagua (desde donde se gestò), AlejandroToledo y hasta ahora Alan Garcìa (en sus primeros 11 meses), no han movido un solo dedo para alcanzarle a la poblaciòn cuàles son SUS DERECHOS FRENTE AL SOAT……..no puede ser màs bullicioso este silencio !!! 

Gabriel Bustamante Sànchez. Especilista en Seguros – www.segurosbustamante.com 4728202  2650290  99990734  98334923.





MAIS DE METADE DOS MEDIADORES VÃO DESAPARECER

14 06 2007

Para o administrador da OK Teleseguro, Xavier Cordeiro, mais de metade dos actuais mediadores de seguros vão desaparecer com a nova lei da mediação, o que irá dar, de acordo com o mesmo, espaço de crescimento para as seguradoras de canais directos. Os <<Mais de metade dos mediadores vão desaparecer e os que vão ficar vão-se profissionalizar e como tal irão dedicar-se mais ao negocio das empresas e ai teremos mais espaço para crescer>>, alerta o mesmo durante a apresentação de resultados do primeiro trimestre.O presidente da seguiradora reconhece ainda, no entanto, que os seguros feitos por canis directos têm ainda uma penetração muito pequena no mercado nacional, o que no entender do responsável, poderá ser em parte explicado pela cultura portuguesa… 

Atlântico Expresso (14-05-2007)





Blackstone compra corretora Alliant Insurance por 1,2 mil milhões de dólares

6 06 2007

O Blackstone Group anunciou a compra da Alliant Insurance Services. Os termos do acordo não foram divulgados, mas uma fonte próxima ao assunto disse que o Grupo pagará mil milhões de dólares pelo negócio.

O Blackstone está a comprar a Alliant à firma de ‘private equity’ Lindsay Goldberg. O acordo foi anunciado nove meses depois da Alliant ter divulgado planos para comprar as operações norte-americanas da britânica Jardine Lloyd Thompson Group por 100 milhões de dólares. Para o Blackstone, que costuma comprar companhias no valor de dezenas de biliões de dólares, a aquisição da Alliant foi uma transacção pequena. No entanto, a empresa disse que a companhia oferece uma boa “plataforma”, sugerindo que pode avançar sobre outras corretoras de seguros.O mercado de corretagem de seguros é fragmentado, com pequenas, médias e grandes companhias espalhadas pelos EUA.Dois acordos similares foram fechados neste ano. A Apax Partners e o Morgan Stanley acertaram a compra da corretora Hub International e, dois meses antes, a unidade de ‘private equity’ do Goldman Sachs anunciou a compra da USI Holdings por 1,4 mil milhões de dólares.A Alliant tem uma das maiores operações de corretagem de seguros dos Estados Unidos, com cerca de 20 mil clientes, segundo a empresa.A companhia fornece produtos especialmente moldados para entidades públicas, firmas de advocacia, propriedade imobiliária e outros sectores. 

Artigo: Rita Paz (DE)





Marketing “com espírito de cardume”

6 06 2007

 A relação entre um vendedor e um cliente deverá ser como um “casamento feliz”. É preciso gostarem um do outro.Bruno Valverde Cota
 

Na semana passada tive o prazer de participar no “Fish Event”, muito bem organizado pela BMW Portugal, no Grande Auditório da Culturgest. A história é inspiradora. Trata-se de uma peixaria, onde a energia é tão contagiante que pessoas das mais variadas profissões passam por lá na hora de almoço apenas para assistirem à agitação e absorverem a energia. Mas, o famoso mercado de peixe de “Pike Place” não foi sempre assim. Há alguns anos atrás, a monotonia de horários extensos, peixes fétidos e câmaras frigoríficas reflectia-se na atitude dos trabalhadores locais. Com uma nova atitude, mais positiva e determinada os peixeiros de “Pike Place” criaram um ambiente totalmente diferente – e uma nova filosofia de trabalho, mundialmente conhecida como um caso de sucesso. Como esta forma de estar contrasta com outras que conhecemos: “quem quiser que trabalhe, já não estou para me chatear. Estou farto dos clientes”. E se esta frase for dita pelos seus vendedores? Já pensou como o futuro seria brilhante se todas as pessoas numa organização fizessem o melhor em cada dia e estivessem sempre verdadeiramente empenhadas?Um estudo promovido pelo “The Forum Corporation” de Boston, identifica o que os clientes pensam sobre os vendedores de produtos e conclui que os maiores erros cometidos pelos vendedores são os seguintes: 26% não acompanham o processo dos clientes na empresa, 18% não ouvem as necessidades dos clientes, 17% não respondem, 12% são intrometidos e agressivos, 10% não explicam as soluções adequadamente, 6% são exagerados e fazem reclamações inexactas, 4% não percebem o negócio dos clientes, 3% actuam de uma forma demasiado familiar, 2% não respeitam a concorrência e 2% praticam preços elevados (entre outros).

Lembro-me sempre das sábias palavras do meu mediador de seguros de longa data, que me dizia “Sr. dr. ao fazer um seguro comigo, não compra apenas um seguro. Compra-me também a mim”. E de facto, após cerca de trinta anos de actividade e muitos prémios ganhos, este “vendedor” e agora amigo por “amar e mimar os seus clientes” é o preferido, o pretendido. Actualmente, as pessoas chegam a estar à espera uma semana para terem uma reunião com ele, mas como dizia um outro cliente “vale a pena, ele está de corpo e alma connosco”. Há algum tempo falava com ele, por causa da renovação do meu seguro da casa e aproveitei para lhe perguntar qual era o seu segredo. E ele respondeu, igual a si próprio, com um sorriso na cara, “Sr. dr. com o serviço que eu presto, quando precisar de um novo seguro onde o vai comprar? O que faz o meu negócio é o passa palavra dos meus clientes”.

Então, a relação entre um vendedor e um cliente deverá ser como um “casamento feliz”. É preciso gostarem um do outro. É preciso que o vendedor diga e demonstre que gosta dos clientes, que como dizia Joe Girard “ame os seus clientes”. Ora, como vimos, aquilo que faz a diferença nas vendas, em especial no caso dos serviços, é a atitude do vendedor, porque de resto as necessidades dos seus clientes serão satisfeitas através dos seus produtos e serviços.

Algumas empresas, como por exemplo na área da banca o “First Federal Savings Bank”, o “Citizens State Bank”, o “Parish National Bank” e o “Central National Bank and Trust” estão a desenvolver programas de formação e de incentivos para encorajar os vendedores a serem uma fonte de inspiração para os seus Clientes. Como?

Criando uma nova e forte corrente de cultura empresarial, assente no poder empreendedor e criativo de cada pessoa, mas sempre em benefício do grupo. Voltando ao exemplo do “Pike Place Fish Market”, pondo os vendedores a “nadar” como se fossem um único indivíduo. Com o mesmo destino. Empenhados nos mesmos objectivos. Motivados, com paixão no trabalho e atitude positiva. Solução: crie uma verdadeira equipa, trazendo à “tona” o melhor de cada um, para o bem de todos… com “espírito de cardume!” O cliente ficará certamente a ganhar.

Artigo: Bruno Valverde Cota, Doutorado em Gestão de Empresas (Ph.D)