ECUADOR: Dos firmas buscan seguros petroleros.

30 08 2007

El concurso de Petroecuador para la contratación de la póliza de seguros de todo riesgo petrolero recibió ayer dos ofertas. Esto alejó los rumores generados con relación a que pudiera declararse desierto por falta de concursantes.
La aseguradora Panamericana presentó la propuesta más económica. Aunque la firma, en principio, se excusó de participar, finalmente lo hizo tras solicitar autorización a las autoridades de Petroecuador.

El monto de la oferta asciende a USD 37, 9 millones, que es menor al actual contrato con Colonial por USD 38,5 millones. La segunda oferta fue de Unión Bolívar, cuya propuesta fue por USD 44,5 millones. El presidente de Petroecuador, Carlos Pareja, indicó que se conformará una comisión de análisis, la cual contará con la presencia del asesor de Seguros de la Presidencia, Óscar Herrera. El resultado del concurso se conocerá en las próximas horas, dijo.
El funcionario confía en que esta vez la petrolera local pueda contratar el seguro que amparará sus activos. Pero no descartó con recurrir a una declaratoria de emergencia en caso de que este concurso, el tercero desde noviembre de 2006, falle.
Panamericana presentó su oferta en 242 hojas y una garantía del Banco del Pichincha por USD 1 millón. La Unión presentó carpetas con 308 páginas y garantía de USD 900 000. Los bienes de Petroecuador, incluido el bloque 15, están valorados sobre los USD 4 000 millones de dólares. En la apertura de las ofertas actuaron como observadores los miembros de la Comisión de Seguros de la Presidencia y de la Contraloría.(El Comercio – Ecuador)

 Artigo: Go-Seguros





Marsh alerta del creciente riesgo de demandas por la crisis de las ‘hipotecas basura’.

30 08 2007

Marsh, primera firma mundial en consultoría de riesgos y seguros, está alertando al sector financiero europeo, aseguradoras, fondos de inversión, bancos y agencias de calificación, del incremento del riesgo de demandas por responsabilidad de Consejeros y Directivos (D&O), y por Errores y Omisiones (E&O). Este aumento del riesgo tiene su origen en la crisis de las llamadas “hipotecas basura” de Estados Unidos.

Tipos de interés más altos y la caída generalizada en el precio de la vivienda han contribuido a que muchos hipotecados de alto riesgo, como es el caso de personas que poseían ‘hipotecas-basura’, estén dejando de pagar sus créditos. Esta situación, unida a la relajación en los requisitos para la concesión de hipotecas, ha conducido a la bancarrota de varias entidades financieras especializadas en préstamos hipotecarios, y a un mayor control por parte de los organismos reguladores.
Al trabajar con instrumentos de inversión financiera que no paran de crecer en todo el mundo, (Collateralised Debt Obligations, Collateralised Loan Obligation, Mortgage Backed Securitie… es decir, distintas obligaciones de deuda, algunas de ellas garantizadas a través de activos hipotecarios u otras garantías colaterales), la preocupación en los mercados financieros europeos está aumentando por el impacto que esta situación pueda tener en sus inversiones en activos estadounidenses.
El posible aumento de demandas por responsabilidad de Consejeros y Directivos (D&O), y por Errores y Omisiones (E&O) incluye:
- Demandas de los prestamistas contra los bancos.
- Demandas de los accionistas contra los prestamistas, auditores, administradores de fondos fiduciarios y suscriptores.
- Demandas de las aseguradoras contra los prestamistas.
- Demandas de los inversores contra los administradores de fondos.
- Demandas de los administradores de fondos contra los prestamistas y suscriptores en nombre de sus inversores.
- Demandas de inversores individuales.
Volviendo al incremento del riesgo para Consejeros y Directivos, Siobhan O’Brien, vicepresidente de la práctica de Instituciones Financieras de Marsh, asegura que “el sector financiero europeo está siendo cada vez más consciente de las implicaciones de esta crisis fuera de EE.UU. Algunos bancos europeos han congelado ya determinados fondos, y la Comisión Europea ha anunciado que va a revisar la manera que tienen de trabajar las empresas de tasación de crédito, dado que la información prestada a los clientes acerca de la crisis hipotecaria en Estados Unidos ha sido insuficiente”.
En opinión de O’Brien, “las compañías de seguros europeas, los fondos de inversión alternativos (hedge funds), bancos y agencias de calificación deberían evaluar los riesgos provocados por la crisis de las ‘hipotecas basura’ en EE.UU., así como sus exposiciones a demandas por la responsabilidad de sus Consejeros y Directivos (D&O), y por Errores y Omisiones (E&O).

Es muy probable que las demandas se basen en una mala administración de los directivos en relación a:
- una insuficiente garantía de los préstamos
- su cartera de inversiones
- sus prácticas de ejecución hipotecaria, o
“Por otro lado, el aumento del control por parte de las autoridades reguladoras podría hacer que creciese el número de demandas por parte de accionistas y prestatarios”. “El mercado europeo de seguros de Consejeros y Directivos (D&O) lleva tiempo disfrutando de una gran estabilidad. Sin embargo, si aumentan las demandas millonarias por su Responsabilidad Civil o por Errores y Omisiones (E&O), es muy probable que la tendencia cambie y se produzca un incremento de las primas”.

Artigo: Go-Seguros





Automóvel: 5.ª directiva entra em vigor em Outubro

27 08 2007

As companhias de seguros que prestarem um mau serviço na regularização de acidentes de automóvel serão multadas e o seu nome passará a integrar uma ‘lista negra’ de consulta pública. Esta é uma das consequências da 5.ª Directiva Automóvel que ontem foi transposta para ordem jurídica portuguesa (decreto-lei 291/2007) e irá vigorar a partir de 21 de Outubro.

 De acordo com a nova regulamentação, o Instituto de Seguros de Portugal (SIP) disponibiliza, para consulta pública, a identificação das empresas de seguros que tenham sido objecto de aplicação de coimas. A informação identifica a empresa, o número de multas aplicadas e as disposições legais que a seguradora infringiu. A lista será disponibilizada no site da internet do ISP.A principal alteração prende-se com o montante de capital seguro, que passa dos actuais 600 mil euros (para danos corporais e materiais) para 1,8 milhões (repartidos da seguinte forma: 1,2 milhões para cobertura de danos corporais e 600 mil euros para danos materiais).

Estes valores vão aumentar no final de 2009, passando para os 2,5 milhões para danos corporais e 750 mil para os danos materiais. Estas subidas terão, necessariamente, reflexos nas apólices pagas pelos consumidores (ver caixa), uma vez que estes são os que ficam mais protegidos.

Considera-se ainda que qualquer proposta de indemnização feita pela companhia de seguros tem de ser uma “proposta razoável” que não gere um desequilíbrio significativo em desfavor do lesado e a favor da seguradora.

PERITOS JÁ TÊM PRAZOS APERTADOSAs alterações que encurtam os prazos para a realização de peritagens automóveis não terão qualquer impacto nas avaliações realizadas pelos peritos, uma vez que estes já trabalham com prazos muito apertados. “Em termos gerais, no que respeita à avaliação dos danos, os prazos agora definidos são indiferentes, mas no que respeita à determinação de causas é necessário que haja excepções”, referiu ao Correio da Manhã Rui de Almeida, presidente da Câmara Nacional dos Peritos Reguladores. Este responsável adiantou que há situações que estão fora do controlo dos peritos e exemplificou com os casos em que é necessário obter o relatório policial para poder determinar as causas dos sinistros. A nova lei determina um período de oito dias úteis para a realização de peritagens em automóveis sinistrados ou de 12 dias úteis no caso de ser necessário proceder à desmontagem do veículo.

PREÇOS SOBEM EM 2008

Os preços do seguro automóvel devem começar a subir no final de 2008, como consequência directa do aumento dos montantes dos capitais seguros. Jaime d’Almeida, presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), considera que as subidas não deverão ser significativas uma vez que os valores da Directiva só serão completamente aplicados em 2012.

Em relação aos novos prazos de regularização de sinistros, as companhias de seguros já estão a praticar os prazos definidos na nova legislação e que já tinham sido aprovados pelo Governo.

SAIBA MAIS;

7 200 000, É o capital mínimo obrigatoriamente seguro para os contratos de seguro relativos a provas desportivas. Já nos contratos relativos a transportes colectivos, o capital mínimo é de 2 400 000.

2 Dias, passa a ser o prazo das companhias de seguros para contactarem os segurados e marcarem peritagens em caso de sinistro.

VENDA, O contrato de seguro não se transmite em caso de venda do veículo e cessa 24 horas após a celebração do negócio, excepto se o tomador do seguro inicial o usar para segurar o novo veículo.

RESPONSABILIDADE, Em caso de sinistro, a companhia de seguros tem 30 dias para comunicar ao segurado e ao terceiro lesado da assunção, ou da não assunção, da responsabilidade.

FERIMENTOS, O segurador tem 20 dias, após o pedido de indemnização, para informar o lesado se entende necessário proceder a exame de avaliação do dano corporal por perito médico.

O QUE VAI MUDAR NO SEGURO AUTOMÓVEL

INFORMAÇÕES, As seguradoras são obrigadas a prestar toda a informação relevante relativamente aos procedimentos que vai adoptar para a regularização dos sinistros, antes de formalizado o contrato.

PARTICIPAÇÃO, A participação do sinistro pode ser feita através de impresso disponibilizado via internet e aprovado pelo Instituto de Seguros de Portugal. A participação deve ser enviada no prazo máximo de oito dias.

INDEMNIZAÇÃO, A seguradora é obrigada a pagar ao lesado a indemnização correspondente no prazo de oito dias (se outro não for convencionado) a contar da data da assunção da responsabilidade. 

Artigo: Miguel A. Ganhão / S.R.S / CM





Almancil : Espera há seis meses por indemnização

27 08 2007

Sofrer um acidente de viação, sem qualquer culpa, o qual ocasionou ferimentos graves em toda a família e estar seis meses, sem a viatura, totalmente destruída, sem poder trabalhar devido aos ferimentos sofridos e à espera de ser indemnizado, é o que está a acontecer com Mário Luís Silva Vieira, residente em Faro.

“Tenho vivido um pesadelo desde 10 de Fevereiro. Estava bem na vida e fiquei completamente arruinado”, confessou Mário Vieira, ao CM. A viatura do outro condutor, um romeno que acusou uma taxa de 1.46 de álcool no sangue, estando a aguardar julgamento em liberdade, “tinha matrícula espanhola e estava segurada na Zurich espanhola, companhia que se recusou a assumir responsabilidades, alegando que o seguro caducara”.  

Nenhuma seguradora o indemniza e não tem rendimentos há seis meses. Mário teve de fechar o seu negócio, um restaurante na Marina de Vilamoura onde a mulher era cozinheira e indemnizar quatro funcionários.

 “O dinheiro das economias já foi todo e agora estou a socorrer-me da ajuda de familiares e amigos”, confessa Mário Vieira, que não percebe porque a seguradora não lhe adianta “ uma verba para sobreviver”.

Em vésperas de novo ano escolar, Mário diz “não ter dinheiro para comprar livros para os filhos”, quando, afinal, o seu ‘crime’ foi apenas circular, na sua mão e devagar, na EN 125, “à hora e dia errados”. 

PROCURA POR ENTIDADE RESPONSÁVEL 

ZURICH
Mário Vieira dirigiu-se primeiramente à Zurich espanhola. A seguradora indicou que não se responsabilizava pelo sinistro porque o seguro estava caducado.

FUNDO
Segundo passo foi o Fundo de Garantia Automóvel, que o remeteu para o Instituto de Seguros de Portugal e, finalmente, ao Gabinete da Carta Verde.

ALLIANZ
A Allianz Portugal foi, há dois meses, nomeada para tratar do sinistro. Exigiu vários documentos, que lhe foram enviados, mas continua sem dar resposta.

PERIGO NA VARIANTE DE ALMANCIL
A variante a Almancil, na EN 125, junto a São Lourenço, tem sido palco de vários acidentes.
Só recentemente as Estradas de Portugal mandaram colocar um separador que, por não ser em cimento, não resolve o problema.
Às 18h00 de 10 de Fevereiro, um Volkswagen Jetta de matrícula espanhola entrou em contramão, ultrapassou duas linhas de traço contínuo e foi embater, de frente, com o Audi 4 de Mário Vieira.
Os três ucranianos, ocupantes do Jetta, sofreram ferimentos de média gravidade: perfuração do baço um, maxilar fracturado outro e ferimentos ligeiros num pé o terceiro.
Pior ficou a família de Mário Vieira: a mulher, Célia, sofreu traumatismo abdominal, fractura na coluna lombar e num dedo da mão esquerda e dores lombares, tendo permanecido oito dias no Hospital de S. José, em Lisboa, onde foi operada, mas ficando com muitos problemas na coluna, que a impedem de baixar-se e de estar muito tempo de pé, sendo aconselhável fisioterapia, que não realiza por falta de verba. O filho Cristiano, de 14 anos, furou o intestino delgado, foi operado em Faro, mas continua com infecções. Mário Vieira, com várias lesões musculares e a filha Inês, de 9 anos, com várias mazelas, foram os feridos menos graves.

 Artigo Teixeira Marques /CM





Decreto Lei da Mediação de Seguros 144/2006, Alterado em Conselho de Ministros

16 08 2007

Foi no dia 9 de Agosto de 2007, aprovado em Conselho de Ministros, o Decreto-Lei que procede pela primeira vez a alteração do diploma 144/2006 de 31 de Julho, o qual estabelece o regime jurídico para o exercício da actividade de Mediação de Seguros ou de Resseguros. 

Segundo a “APROSE” associação representativa da classe e de acordo com o comunicado da Presidência do Conselho de Ministros, em referencia ao diploma agora aprovado, procede este ao ajustamento de alguns aspectos pontuais do regime jurídico de acesso e de exercício da actividade de mediação, com o objectivo de reforçar a profissionalização e a transparência da actividade, por forma a conferir-lhe maior exequibilidade, sobre tudo quanto a comercialização de contratos de seguro agora incluídas no âmbito de aplicação do regime jurídico da mediação de seguros, em decorrência da transposição da directiva comunitária 2002/92/CE.

Assim, destaca-se a admissibilidade de o mediador de seguros ou de resseguros, pessoa colectiva, assumir qualquer forma jurídica (sociedade europeia, cooperativa, agrupamento complementar de empresas ou outra) compatível com o exercício das actividades sujeitas à supervisão prudencial do Banco de Portugal, do Instituto de Seguros de Portugal ou da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. 

Do mesmo modo, facilita-se o exercício da actividade de mediação de seguros através de pontos de venda distintos do estabelecimento do próprio mediador (v.g. situação da venda de seguros associados à venda de bens cuja aquisição é financiada através de crédito), mediante alargamento da admissibilidade de as PDEAMS-Pessoas Directamente Envolvidas na Actividade de Mediação de Seguros exercerem funções em mais de um mediador, com o limite de três, desde que estejam registados na mesma categoria e não promovam produtos concorrentes. Salvaguarda-se, igualmente, a possibilidade de intervenção de mais do que um mediador de seguros nas situações de co-seguro. 

O diploma vem, ainda, afastar a regra imperativa quanto à data de produção de efeitos da transmissão da carteira de seguros, passando a caber às partes a fixação dessa data; na falta de fixação no contrato que titula a transmissão da carteira, da data da respectiva produção de efeitos, estes produzem-se, relativamente a cada contrato que integre a carteira, na sua data aniversário ou, nos contratos renováveis, na data da sua renovação (regra supletiva).

É de sublinhar, ainda, o reconhecimento legal do recurso privilegiado às tecnologias de informação e à utilização de documentos electrónicos, como elemento essencial na modernização e eficácia da supervisão da actividade da mediação de seguros. 

Finalmente, aproveita-se o ensejo para proceder a algumas rectificações necessárias a obstar a algumas dúvidas interpretativas. 

 Fonte: APROSE





LOS ACCIDENTES DE TRÀNSITO EN ESPAÑA Y REFLEXIÒN PERUANA…

10 08 2007

Pèrdidas econòmicas por 16,000 millones de euros con 15 muertos diarios dejan los accidentes de trànsito o tràfico en España y sus habitantes atropellan con estas reacciones:  “estos accidentes son un problema social relevante” , “son tan graves como el sida, como la droga o la delincuencia” , “sòlo los supera el càncer o el terrorismo”.El pasado mes de junio tras un profundo debate la Comisiòn de Seguridad Vial del Parlamento dio visto bueno para reformar parcialmente el Còdigo Penal a fin de endurecer las sanciones en materia de seguridad vial. Se aprobò, por ejemplo:- Prisiòn de 3 a 6 meses para quienes sobrepasen los 200 km/hora en autopistas, 180 en una carretera convencional y 110 en zonas urbanas; tambièn para los que tengan una tasa de alcohol en  la sangre superior a 1.2 gramos por litro.- De 2 a 5 años de càrcel para quienes por su temeridad pongan en peligro la vida o integridad de las personas y ademàs se actùen ” con consciente desprecio por la vida de los demàs”.

- Trabajos en beneficio de la comunidad durante un periodo de 10 a 40 dìas para los que coloquen obstàculos en la vìa o derramen sustancias deslizantes que puedan ocasionar riesgo para la circulaciòn.

 Reacciones del colectivo civil- Real Automòvil Club de España (RACE) :“…la medida restringe uno de los mayores valores del ser humano que es la libertad. No es la mejor vìa para reducir los accidentes”. Critica asimismo que se estè criminalizando a los conductores y eximiendo de responsabilidad a la Administraciòn.- Automovilistas Europeos Asociados (AEA) : ”…la reforma del Còdigo Penal en materia de seguridad vial es precipitada y con ella sòlo se quiere facilitar el trabajo a la Policìa y al Ministerio Fiscal pero no se piensa reducir la siniestralidad…” , “…antes ya se podìa encarcelar a conductores ebrios pero era necesario que tanto la Policìa como el Ministerio Fiscal aportaran datos probatorios, ahora con la reforma se facilita el trabajo a èstos y se automatiza el proceso al no requerir tantas pruebas”.

- Comisionado Europeo del Automòvil (CEA) : “..la càrcel no es la soluciòn…la excesiva criminalizaciòn de conductas puede provocar una banalizaciòn de la respuesta punitiva con la consiguiente pèrdida del mensaje simbòlico que ha de tener cualquier norma represiva”. Apuestan por incluir y desarrollar planes de educaciòn vial, procurar una màxima difusiòn de las conductas responsables al volante y velar por una contìnua formaciòn de los conductores. Rematan diciendo “..hasta la fecha nada se ha hecho al respecto como conjunto de medidas eficaces pensadas a medio y largo plazo, y ya va siendo hora de hacerlo. ” Los muertos de las carreteras no disminuiràn mientras no se ejecuten medidas como la creaciòn de una Agencia Nacional de Seguridad Vial que aglutine competencias hasta ahora dispersas, se aumente la seguridad policial en las carreteras y se diponga de un plan ambicioso de eliminaciòn de los puntos negros de las vìas” señalan finalmente.

 Nuestra reflexiòn aplicada al caso peruano

Desde que se inventaron los vehìculos a motor a finales del siglo XIX, cerca de 45 millones de seres humanos han muerto en el mundo señalan las cifras oficiales. En Perù mueren 3,500 compatriotas por año y cientos de miles quedan quebrados; le pregunto al Presidente de todos los peruanos: NO CREE QUE YA ESTUVO BUENO Y DEBEMOS ASUMIR ESTA EPIDEMIA SOCIAL (YA NO TAN OCULTA) COMO UNA VERDADERA POLÌTICA DE ESTADO ?.

 Artigo por (texto de): Gabriel Bustamante Sànchez.





Seguradoras assumem-se como o maior investidor institucional

8 08 2007

O valor dos activos detidos em carteira pelo conjunto das seguradoras portuguesas atingiu 45,5 mil milhões de euros no final de 2006.

Ao longo dos últimos sete anos, o investimento do sector segurador mais do que duplicou. As companhias de seguros surgem assim como um dos maiores investidores institucionais do país a par dos fundos de investimento. O reforço em acções tem sido também visível nos últimos anos, atingindo no final do ano passado os 4,4 mil milhões de euros.  Curiosamente, não se ouve falar de seguradoras quando se enumera os investidores susceptíveis de participar em assembleias gerais das empresas nacionais tão animadas como aquele que faz hoje as primeiras páginas dos jornais. O papel das companhias de seguros enquanto investidores tem sido muito mais discreto. No entanto, os activos que detém em carteira já representam perto de 30% do produto interno bruto (PIB), avaliado em 160 mil milhões de euros. Um valor que paulatinamente se aproxima da média da União Europeia, e que ronda os 50%.

Artigo: Patrícia Henriques, Mário Baptista e Ana Cunha Almeida





Investimento das seguradoras duplica em 7 anos

8 08 2007

Os activos em carteira representam já perto de 30% do PIB, aproximando o sector nacional da média europeia, que ronda os 50%.

O sector segurador português voltou a reforçar o seu papel de maior investidor institucional. A carteira de investimentos das companhias portugueses atingiu, no final de 2006, um valor próximo dos 45,5 mil milhões de euros. Ao longo dos últimos sete anos, os activos detidos em carteira pelas companhias de seguros mais do que duplicou, de 22, 4 mil milhões de euros para o valor actual.  

Artigo Patrícia Henriques (Diário Económico) 

Ver mais em:

 http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/financas/pt/desarrollo/1024196.html





Seguros Lucram 708 Milhões de Euros

8 08 2007

O sector dos seguros em Portugal teve, no ano passado um lucro 55 por cento superior a 2005, atingindo os 708 milhões de euros, já considerado como o melhor resultado de sempre, segundo dados da Associação Portuguesa de Seguros (APS).

Jaime d’Almeida, presidente da APS, referiu que no ano passado, o sector contribuiu para com a sociedade com um montante de 13,7 milhões de euros.

O sector segurador devolveu 9,2 mil milhões de euros em coberturas com sinistros e provisões no ramo Vida e cerca de 2,7 mil milhões com os custos de sinistros e provisões na área não-Vida.

Por sua vez, o montante pago em impostos, 800 milhões de euros foi superior aos pagos no ano anterior, no valor de 700 milhões de euros.

O ramo Vida cresceu 15,3 por cento, de 281 milhões para 323 milhões de euros.

O ramo não-Vida cresceu 36,4 por cento, com 533 milhões de euros face aos 391 milhões de 2005.

Os investimentos do ramo segurador em 2006, 45,5 mil milhões de euros, representaram 30 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).

Artigo:  Correio da Manhã