Seguros difíceis para idosos

28 09 2007

Obter um contrato implica mais obstáculos a partir dos 60 anos.

Embora contem com uma esperança de vida à nascença cada vez maior, é difícil para os portugueses aderirem a um seguro de saúde a partir dos 60 anos de idade.

Na altura da vida em que, previsivelmente, começam a precisar mais de assistência médica – ou seja, entre os 65 e os 70 anos – os utentes vêem, regra geral, a cobertura dos seus seguros de saúde extinguir-se.

Conseguir um contrato a partir dos 60 pode ser complicado porque os gastos com a saúde aumentam bastante, o que leva as companhias a não arriscarem.

Muitas vezes, quando o contrato não é extinto, o prémio sofre um aumento tão elevado que pode dissuadir eventuais clientes.

Os dois maiores operadores de mercado em Portugal são a MultiCare e a Médis. Na gama de produtos oferecidos pelo primeiro, do grupo CGD, os clientes podem subscrever o seguro de saúde até aos 60 anos e a companhia garante que beneficiam do plano de coberturas “até aos 70″.

A MultiCare tem cerca de 550 mil pessoas seguras, sendo que os clientes com mais de 60 anos representam “cerca de 5% desse universo”. Ainda de acordo com a empresa, “o prémio anual do Seguro MultiCare para um cliente com 60 anos varia consoante o plano escolhido, entre 200 euros e 1400 euros anuais”.

A Médis, do Millennium bcp Fortis, tem 350 mil clientes, dos quais 5,7% têm mais de 64 anos. A companhia garante que, destes, 1500 segurados já ultrapassaram os 80 anos.

O plano Médis para clientes individuais inclui cinco opções, três das quais com idade-limite de subscrição de 64 anos. As outras duas (Viva e Viva+) podem ser subscritas até aos 75 anos.

O prémio anual para pessoas com 60 anos varia entre 100 euros e 1300 euros, aproximadamente.

Carla Oliveira, jurista da associação de consumidores Deco, defende a existência de “legislação específica que regule os seguros de saúde, até porque continua a haver violações do direito à informação”.

O clausulado “é geralmente de difícil compreensão. A informação, além de constar, tem que ser explicada”.

A Deco alerta também os consumidores para o facto de algumas companhias afirmarem que os seus seguros são vitalícios, apesar de nada as impedir de recusarem a renovação quando bem entenderem, uma vez que os contratos têm uma duração anual.

Os clientes correm assim o risco de passarem a contar apenas com o Serviço Nacional de Saúde ou com as suas poupanças para obterem cuidados médicos.

 Em Portugal, o número de pessoas com seguro de saúde ascende a 1,8 milhões, ou seja, 18% da população está coberta.

Artigo: Expresso





Distribuição e Seguro Automóvel

28 09 2007

Venda de Seguros

Banca vende onde pode, Telefónicas sofrem e fazem sofrer e Mediadores resistemTendo como base os elementos estatísticos publicados pela associação Portuguesa de Seguradores (APS), analisámos a evolução da venda de seguros nos últimos anos
Citações importantes:
Grande parte do mercado do ramo vida resulta de uma transferência de poupança dos produtos bancários para os produtos financeiros das seguradoras.Esta evolução da banca, nomeadamente no ramo vida, foi a ocupação de um espaço

Tudo parece indicar que os consumidores continuam a preferir o contacto humano para fazer um seguro automóvel, seja pela via dos mediadores ou dos balcões de bancos”

Depois de um arranque promissor, em que se conquistaram rapidamente os adeptos do telefone, as telefónicas começaram a perder quota para os bancos nas carteiras dos novos canais”

Artigo: Empresas e Pessoas / Bolsa dos Seguros





Prestações de seguros – Governo proíbe discriminações em função do sexo

28 09 2007

O Governo aprovou uma proposta que proíbe e sanciona discriminações em função do sexo no acesso a bens e serviços, em especial ao nível dos critérios de cálculo de prémios de seguros. 

A proposta, que transpõe para a ordem jurídica interna uma directiva da Comissão Europeia, visa «prevenir e proibir a discriminação directa e indirecta, em função do sexo, no acesso a bens e serviços e seu fornecimento, sancionando a prática de actos que se traduzam na violação do princípio da igualdade de tratamento».

Entre outras situações, o diploma pretende proibir «a utilização do sexo como critério no cálculo dos prémios e prestações para fins de seguros e de outros serviços financeiros em todos os novos contratos celebrados depois de 21 de Dezembro».

O diploma pretende ainda garantir que os custos de seguro ligados à gravidez e à maternidade «sejam repartidos de forma equitativa entre homens e mulheres».

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Artigo: Lusa/Sol





Saída do Fortis poderá ser o fim da parceria nos seguros com o BCP

28 09 2007

O Fortis revelou ontem que está a vender a totalidade da posição que detém no capital do Banco Comercial Português (BCP). Para a Espírito Santo Research esta saída do banco belga-holandês é “negativa” já que poderá significar o fim da parceria no ramo segurador.

A venda dos títulos do Fortis no banco poderá também reabrir o capítulo das fusões e aquisições.

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Artigo: Jornal de negócios / Paulo Moutinho





AIG vai despedir 5500 trabalhadores até 2009

28 09 2007

A seguradora norte-americana American International Group (AIG) e líder mundial em termos de capitalização bolsista anunciou hoje que vai despedir 5500 funcionários, depois de ter comprado a seguradora do ramo automóvel 21st Century Insurance Group, noticia a Reuters.Esta redução de postos de trabalho deverá ter lugar nos próximos dois anos, adiantou o porta-voz da AIG, Joe Norton, acrescentando que a aquisição da 21st Century Insurance Group foi concluída.

Os anunciados despedimentos representam 11% da força de trabalho da 21st Century Insurance.

Artigo: Diário Económico / Mafalda Agilar





“Paìs que crea, Paìs que crece”

28 09 2007

Hace 12 años un puñado de importantes empresas alumbraron el Concurso Creatividad Empresarial con el bonito lema ” Paìs que crea, paìs que crece”.

Cuando me inscribì allà por el año 1999 en la Categorìa “Servicios de Seguros”, ya tenìa mi programa radial “Hablemos de Seguros”, una corta secuencia televisiva, daba Charlas y Conferencias en Colegios, Universidades y lugares de amplia afluencia de gente àvida por conocer màs sobre este “tema plomo” que eran los seguros.

 Mi sueño lo titulè “Programa de Cultura de Seguros en el Perù”.

Cumplì a pie juntillas con absolver y sustentar todas las preguntas: Anàlisis del producto o servicio  (lugar, èxito, es algo inusual?, uso o consumo, còmo no se me ocurriò a  mi, beneficio a los consumidores); Descripciòn del producto (naturaleza, funcionamiento, usos); Antecedentes històricos; Fundamentos del Proyecto; Objetivos del Programa; Organizaciòn del Programa; Financiamiento del Proyecto; Lanzamiento y Difusiòn; Implementaciòn y Ejecuciòn.

En resumen (bien resumen) fundamentè mi trabajo asì:

” El Seguro se encuentra presente en toda actividad, ya sea social, productiva o de servicios y todos en alguna medida somos consumidores de Seguros.

En el Perù, los Seguros son consumidos especialmente por la poblaciòn econòmicamente activa. Lo que ocurre es que no tenemos mayor conocimiento de ello, y por lo tanto, no disfrutamos plenamente de sus beneficios.

Hay pocos que tienen un Seguro y saben còmo usarlo; hay quienes tienen un Seguro y no lo usan porque no saben còmo usarlo; hay otros que tienen un Seguro y no lo saben porque nadie les ha informado; y hay muchos que no lo tienen porque no saben que existe, què es y que puede estar a su alcance.

Creemos que esto se debe a 2 factores:

a) la crisis econòmica y la situaciòn de extrema probreza de la mayorìa de la poblaciòn y

b) la escasa Cultura de Seguros por creencias que nadie se atreviò a desmitificar”.

Un soberbio “derechazo” me volviò a la realidad cuando al escuchar a los Finalistas del Concurso no figuraba mi sueño, a los grandes empresarios del Jurado Calificador no les interesaba mi Proyecto de difundir Cultura de Seguros a todo el Perù.

Tercamente me decìa que no era posible, que debìa ganar, cuando la presentadora Mònica Delta despide el evento y dice con voz entre engolada y melodiosa: Felicitaciones a los que no ganaron porque tienen una nueva oportunidad el pròximo año.

Me despido y les saco la duda.

Saben quièn ganò en mi Categorìa de Servicios de Seguros?

Les digo:

Una empresa de gas que regalaba, por la compra de un balòn, un seguro de accidentes.

¿ Paìs que crea, paìs que crece ?????

Nunca antes recordè tanto a Condorito: EXIGO UNA EXPLICACIÒN !!!!

Articulo escrito por… Gabriel Bustamante Sànchez.Especialista en Seguros – www.segurosbustamante.com