Portugueses preferem mediadores

27 02 2008

A MAIORIA dos indivíduos que possuem  pelo menos um seguro recorre ao mediador para obter informações, de acordo com os resultados do quadrimestre móvel de Outubro de 2007 do Basef Seguros. Este é o canal mais utilizado, a quem recorrem 39,8% dos possuidores de seguros. Assim, 1.650 mil portugueses com 15 e mais anos recorrem a um mediador de seguros para obter informações sobre estes produtos financeiros.

A deslocação à companhia de seguros é a segunda forma mais referida para obter informações sobre seguros, com 35.2% das respostas. Os amigos e familiares surgem na terceira posição, mencionados por 24,3% dos possuidores de seguros.

 Na quarta e quinta posição estão as informações obtidas pelos meios de comunicação (17,7%) e o telefonar para a companhia de seguros (17,1%).

Os «mailings» fornecidos pela companhia de seguros é outra das formas de obter informação (12,8%), seguido do  recurso à internet (12,6%) e da informação obtida no banco (7,3%).

A utilização da internet para recolha de informação sobre seguros é substancialmente superior junto dos indivíduos mais jovens: 31.5% dos segurados entre os 15 e os 24 anos e 28.8% dos segurados entre os 25 e os 34 anos.

A utilização da internet para o fim mencionado é também elevada junto dos indivíduos das classes sociais alta e média alta (23,8%), assim como dos quadros médios e superiores (30,3%) e dos estudantes (35.9%).

 Entre os indivíduos da grande Lisboa, a principal forma de obtenção de informação acerca de seguros é através da deslocação à companhia, o mesmo acontecendo entre as mulheres e entre os indivíduos com mais de 64 anos.

Artigo: Jornal OJE – Suplemento especial.





Presidente da Real Seguros na lista de candidatos ao BPN

26 02 2008

Fernando Ferreira, presidente da Real Seguros, é um dos nomes que alguns dos accionistas do Banco Português de Negócios (BPN) querem na liderança da instituição, na sequência da renúncia de José Oliveira e Costa, apurou o Jornal de Negócios.

A nomeação do responsável máximo da seguradora do Grupo BPN é apoiada por investidores do banco que defendem uma solução interna para a presidência.Dentro do grupo de accionistas de referência há, no entanto, quem prefira que a sucessão de Oliveira e Costa seja entregue a um gestor externo ao grupo. Esta facção pretende recrutar “alguém de fora com visibilidade e credibilidade”, refere uma fonte citada na edição de hoje do Jornal de Negócios.O nome de Fernando Ferreira, que trabalhou na área seguradora do Banco Pinto & Sotto Mayor e na Tranquilidade, surge a poucas horas da reunião desta tarde do conselho superior do BPN em que os accionistas vão discutir soluções para a liderança do banco. Ao que o Jornal de Negócios apurou, nas últimas horas este gestor foi sondado por alguns dos investidores, tendo-se mostrado disponível para assumir aquelas funções.

Artigo: Maria João Gago mjgago@mediafin.pt





LATINOAMERICA: El volumen de las primas de seguro en Iberoamérica creció un 20% en 2006, hasta 54.623 millones.

26 02 2008

El mercado asegurador iberoamericano experimentó en 2006 un crecimiento del 20% del importe de las primas de seguros, hasta 54.623 millones de euros, según se desprende de un informe elaborado por Fundación Mapfre.

De acuerdo con los datos recogidos en el estudio ‘El mercado asegurador iberoamericano’, un 64,1% de este importe correspondió al segmento no vida, aunque el ramo de seguros de vida registró un crecimiento del 25,3%. Todos los mercados de seguros de de Iberoamérica tuvieron incrementos en sus volúmenes de primas en 2006, en moneda local y a precios corrientes.

Los mayores crecimientos en euros se dieron en Venezuela (44,2%), Brasil (28,3%), Argentina (21,5%) y México (15,8%). Asimismo, el informe muestra que los siete mayores mercados de la región acumularon el 93,1% de las primas, siendo Brasil el país con el sector asegurador de mayor tamaño, seguido de México y Puerto Rico.

En cuanto al grado de penetración del seguro en las economías iberoamericanas, destaca nuevamente Puerto Rico, que registra un ratio de primas respecto al PIB del 9,2% y tiene la prima per cápita más alta de la región (1.614 euros/habitante).

A continuación se sitúan Chile y Brasil (3,2%), Panamá (2,9%) y Argentina (2,5%). Por otro lado, el ramo de no vida se caracterizó en este periodo por una fuerte competencia en precios, aunque factores relacionados con la buena evolución económica en estos países propiciaron crecimientos en primas en todos los casos.

El seguro de automóviles fue el de mayor cuota (38,8%) y su crecimiento estuvo principalmente influido por el aumento de las ventas en este sector.

Respecto a la evolución del seguro de vida en 2006, hay que destacar los crecimientos en Brasil, México y Chile por la positiva evolución del ahorro, la mayor demanda de créditos de consumo e hipotecarios y el favorable tratamiento fiscal de algunos de estos productos, factores que influyeron positivamente en los crecimientos.

Articulo: (Terra Actualidad – Europa Press) 





EUROPA: AGF prevé plan social para suprimir entre 1.500 y 2.000 empleos, según diario.

26 02 2008

La aseguradora AGF, propiedad del grupo alemán Allianz, puede anunciar en breve un plan social para suprimir entre 1.500 y 2.000 empleos, informa hoy el diario Le Parisien. El periódico precisa que la dirección anunciaría el plan el próximo miércoles en una reunión del comité de empresa y que la supresión de empleos en AGF afectaría a la parte administrativa, no a los equipos comerciales.

 

AGF, que emplea a unas 30.000 personas en el mundo, no ha querido comentar la noticia y se ha limitado a señalar que el orden del día de la cita concierne a la situación de la empresa y la labor de los grupos de trabajo lanzados en julio pasado sobre la organización de la compañía.

 

Según el diario, el plan de supresión de empleos lleva el sello de la casa matriz alemana, que el pasado julio finalizó la compra de la parte de AGF que aún no controlaba entonces. El presidente de Allianz, Michael Diekmann, había afirmado el año pasado, en la junta de accionistas, que su objetivo era que el resultado operativo aumentara un 10 por ciento anual desde entonces a 2009.

Articulo:(Invertia.com – EFE)





Quem defende os mediadores de Seguros?

22 02 2008

Nem a propósito, no meu ultimo post coloquei esta pergunta, eis que de repente passado alguns minutos recebo esta comunicação da Liberty Seguros 

Caro Parceiro de Negócio,  

É com enorme satisfação e orgulho que comunicamos o lançamento da primeira Campanha televisiva da Liberty Seguros voltada 100% para os nossos Parceiros Estratégicos de Negócio: o Mediador Profissional de Seguros.

Esta Campanha arranca já a partir da próxima segunda-feira e, durante duas semanas, passará na estação com maior audiência – TVI e, adicionalmente, na SIC Notícias e RTPN. 

Numa altura em que assistimos ao lançamento de várias Companhias de Seguro Directo associadas a Bancos e/ou a outras formas de distribuição directas, sem a intermediação dos Profissionais de Seguros, os Agentes, tornou-se para a Liberty Seguros premente, urgente e oportuno lançar uma Campanha onde o Profissional de Seguros assume o protagonismo que lhe é devido. 

O foco da comunicação é dado ao “Mediador Profissional de Seguros”, dando-se destaque à importância do atendimento pessoal e personalizado que fazem, não só aquando da escolha da solução de seguros mais apropriada a cada Cliente, mas também na segurança e no apoio que prestam sempre que ocorre algum imprevisto. “Quando se trata da Segurança de cada um o melhor é consultar um mediador…”  

Os nossos Parceiros Estratégicos de Negócio são a força dinamizadora da Liberty Seguros. É a eles que milhares de pessoas confiam todos os dias a sua segurança e protecção. 

Para esta Campanha contamos com a participação do Rui Osório, nosso Parceiro de Negócio em Rio Tinto, que se saiu muito bem, encarnando com naturalidade e perfeição o seu papel. Como o próprio Rui Osório diz, é o papel que desempenha todos os dias. Os nossos Parabéns! 

(Juntaram anexos apresentando o making-of e o Spot da Campanha, bem como mapa dos os intervalos publicitários onde se podem visualizar os mesmos.)

Começamos a celebrar da melhor forma os 5 anos da Liberty Seguros em Portugal! Juntem-se a nós e felicitemos os nossos Parceiros de Negócio! 

Liberty Seguros

Direcção de Marketing





Novos Operadores de Seguros

22 02 2008

Após o recente aparecimento da LOGO, eis que aparece a N-Seguros, e ainda há mais na calha.

Após uma fase de relativa acalmia na aparição de novos operadores de seguros no mercado nacional, eis que as companhias de seguros Tradicionais, apostam forte na aparição de “Novas Companhias” eu chamar-lhe ia de novos canais de distribuição, para tentar concorrer num nicho especifico de mercado que é o das operadoras via telefone e Internet. 

No caso da “Logo”, detida a 100% pela Tranquilidade Seguros usa uma imagem simples pratica e aguerrida de cores que apesar de se identificar com a marca “mãe” são bastante agressivas junto do potencial consumidor. 

A “N Seguros”, detida a 100% pela Real Seguros é a mais recente marca a aparecer no mercado, visando também ser mais um canal de distribuição do que uma companhia em concreto.

 Missão destas companhias, concorrer de forma (des)leal junto do mercado de seguros particulares, ate ver. 

A filosofia da “Seguro Directo” e da “Ok Teleseguro” era a mesma, mas segundo parece, já aceitam fazer seguros de empresas. 

A nova lei da mediação veio criar regras que se pretendiam mais regulativas visando por ordem num mercado de seguros onde as companhias e os lobbies bancários instituídos operavam a seu belo prazer. 

Pena que o chamado “espírito da lei” tenha mais uma vez sido subvertido pelo “engenho nacional” o qual anda sempre um passo a frente da nossa legislação, pois apesar da nova lei, veio-se a verificar que a banca continua a operar impunemente junto dos consumidores, criam-se canais de distribuição para concorrer com a classe de agentes, mediadores e corretores de seguros, visando apenas e unicamente vender de qualquer forma sem interessar como, pondo inclusive postos de trabalhos em causa junto da classe. 

A pergunta que se põe é…

Quem defende a Mediação de seguros?

Artigo de opinião: Oswaldo Fernandez