Após o recente aparecimento da LOGO, eis que aparece a N-Seguros, e ainda há mais na calha.
Após uma fase de relativa acalmia na aparição de novos operadores de seguros no mercado nacional, eis que as companhias de seguros Tradicionais, apostam forte na aparição de “Novas Companhias” eu chamar-lhe ia de novos canais de distribuição, para tentar concorrer num nicho especifico de mercado que é o das operadoras via telefone e Internet.
No caso da “Logo”, detida a 100% pela Tranquilidade Seguros usa uma imagem simples pratica e aguerrida de cores que apesar de se identificar com a marca “mãe” são bastante agressivas junto do potencial consumidor.
A “N Seguros”, detida a 100% pela Real Seguros é a mais recente marca a aparecer no mercado, visando também ser mais um canal de distribuição do que uma companhia em concreto.
Missão destas companhias, concorrer de forma (des)leal junto do mercado de seguros particulares, ate ver.
A filosofia da “Seguro Directo” e da “Ok Teleseguro” era a mesma, mas segundo parece, já aceitam fazer seguros de empresas.
A nova lei da mediação veio criar regras que se pretendiam mais regulativas visando por ordem num mercado de seguros onde as companhias e os lobbies bancários instituídos operavam a seu belo prazer.
Pena que o chamado “espírito da lei” tenha mais uma vez sido subvertido pelo “engenho nacional” o qual anda sempre um passo a frente da nossa legislação, pois apesar da nova lei, veio-se a verificar que a banca continua a operar impunemente junto dos consumidores, criam-se canais de distribuição para concorrer com a classe de agentes, mediadores e corretores de seguros, visando apenas e unicamente vender de qualquer forma sem interessar como, pondo inclusive postos de trabalhos em causa junto da classe.
A pergunta que se põe é…
Quem defende a Mediação de seguros?
Artigo de opinião: Oswaldo Fernandez
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