Qué vergüenza ajena siento por el MTC

21 03 2008

MTC en Perú significa Ministerio de Transportes y Comunicaciones.El MTC para esta Semana Santa difunde alegremente que los ciudadanos pueden denunciar gratuitamente a los choferes imprudentes, llamando gratis al teléfono +51080012345 (nr del Peru).

El miércoles 19 entre las 7 a 9 de la noche he llamado insistentemente y, o nunca me contestaban, o me decían que no escuchaban, o me cortaban o me daban un teléfono celular (que aquí tiene un costo alto) N° +5198466017 (nr del Peru). En éste último también me cortaron.

Dónde denuncio a los funcionarios imprudentes ???.

Las portadas de los diarios grafican los accidentes de tránsito con frases como “…murieron triturados…”, las guapas presentadoras no saben qué cara poner cuando abren sus Noticieros y vemos a los Bomberos abriendo latas para sacar cadáveres.

La Defensora del Pueblo cree que descubre la pólvora cuando dice que Verónica Zavala, la Ministra del MTC, ha fracasado con el Plan Tolerancia Cero.

Esta impasible Ministra dice que han realizado más de 233,223 intervenciones en todo el país y bla, bla, bla…… los muertos, inválidos,  heridos, viudas, huérfanos y similares, siguen sumándose, siguen creciendo…hasta cuándo Ministra, hasta cuándo Presidente ???.

Hace 12 años Colombia tenía 8,000 muertos anuales por accidentes de tránsito y el actual Presidente Álvaro Uribe  (Senador de la República en aquellos tiempos), decide atacar esta “epidemia social” y plantea crear un Sistema de Prevención Vial con carácter privado, que sea administrado por las Compañías de Seguros y que tuviera una fuente de financiación sostenible a través del Soat.

Colombia cerró el 2007 con 5,000 muertos, habiendo contribuido el Fondo de Prevención Vial, entre otros, a reducir en 3,000 muertos por año.

Ministra del MTC, le puedo alcanzar el DVD de mi programa “Hablemos de Seguros” del miércoles 19 donde, lejos de apreciar lo pésimo que se comportan sus funcionarios, podrá escuchar la furibunda indignación de los televidentes. 

Articulo: Gabriel Bustamante Sánchez –

Especialista en Seguros.www.segurosbustamante.net 4728202  2650290  98334923.





Gravidez e maternidade deixam de agravar seguros

13 03 2008

A partir de Dezembro de 2009

A gravidez e a maternidade vão deixar de contar para agravar os custos dos prémios dos seguros, designadamente nos de saúde, a partir de Dezembro de 2009, segundo um diploma publicado esta quarta-feira em Diário da República.

De acordo com a legislação, que transpõe uma directiva europeia que proíbe a discriminação em função do sexo no acesso aos serviços, “os custos relacionados com a gravidez e a maternidade não podem resultar numa diferenciação de prémios e prestações dos contratos de seguro e outros serviços financeiros”.

Segundo Mónica Dias, especialista da associação de defesa dos consumidores DECO, a diferença de preços de seguros entre homens e mulheres faz-se sentir principalmente nos seguros de saúde, onde em regra pelo mesmo pacote de coberturas uma mulher paga mais do que um homem por causa da cobertura do parto. Artigo: CM.





Há espaço para fusões” no sector dos seguros

10 03 2008

O presidente do Instituto de Seguros de Portugal, Fernando Nogueira, acredita que há espaço para mais operações de fusões e aquisições no sector dos seguros, sobretudo entre companhias de menor dimensão.

O presidente do Instituto de Seguros de Portugal, Fernando Nogueira, acredita que há espaço para mais operações de fusões e aquisições no sector dos seguros, sobretudo entre companhias de menor dimensão.

“Ainda há espaço para fusões e integrações no mercado nacional. Pode acontecer nos operadores de menor dimensão, por causa das regras de solvência II”, disse Fernando Nogueira, presidente do Instituto de Seguros de Portugal no Parlamento, na Comissão de Orçamento e Finanças.

Artigo: JNOnline – Maria joão Gago





Seguros, Angola e 10% do BCP na lista das vendas

10 03 2008

Alienação de participações por parte do BPI 2008-03-07.

O BPI já negoceia a venda de 49,9% do BFA e os 35% da Allianz Portugal. O BCP está em estudo.Além do reforço de capital ontem anunciado, o BPI mantém, em paralelo, negociações para a venda de activos. Os processos de alienação de 49,9% do capital do angolano Banco de Fomento Angola (BFA) à Sonangol, bem como dos 35% que o BPI detém na Allianz Portugal estão em marcha. Segundo uma fonte contactada pelo Diário Económico, nestes dois casos, as negociações já estão em curso. No entanto, desconhece-se, para já, quando é que qualquer um destes negócios será concretizado.

Artigo: DN – Sílvia de Oliveira





PPR: Concorrência desleal – Seguros baixam comissões.

5 03 2008

As companhias de seguros vão descer os preços das comissões cobradas aos seus clientes, para competir com o Regime Público de Capitalização, vulgarmente conhecido como “PPR do Estado”. Jaime d’Almeida, presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), disse ontem que “na maior parte das vezes as seguradoras abdicam das comissões de gestão (um por cento) e de depósito. Com o lançamento dos PPR do Estado, as companhias vão, naturalmente, ajustar as suas políticas comerciais”.

A APS apresentou ontem a sua posição sobre o novo Regime Público de Capitalização (RPC), acusando o Estado de “concorrência desleal”. “Não estamos contra o lançamento dos PPR do Estado mas o mercado deve funcionar no respeito pela sã concorrência”, disse Jaime d’Almeida, acrescentando que “se o Estado nos permitir lançar produtos mais competitivos (nomeadamente ao nível da fiscalidade) vamos fazê-lo”.O presidente da APS negou a intenção de recorrer a Bruxelas contra o Estado Português, dizendo que “tenho a certeza de que chegaremos a um consenso”.

As companhias de seguros querem dialogar com o Governo, com o objectivo de mudar as regras que actualmente regulam os Planos Poupança Reforma, e guardam para mais tarde uma posição sobre a possibilidade de gerirem parte dos activos que serão entregues ao Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social (IGFSS). “Estão em curso vários contactos mas ainda não se encontra nada definido”, afirmou Jaime d’Almeida em resposta a um convite do ministro Vieira da Silva para compartilhar a gestão do aforro entregue ao Estado.

SAIBA MAIS

3000 Planos Poupança Reforma (PPR) são vendidos, em média, todos os dias. No primeiro dia de comercialização foram subscritas 300 adesões ao Regime Público de Capitalização.

50%do salário é quanto um jovem contribuinte recém entrado no sistema vai receber de pensão quando se reformar aos 65 anos de idade.

UM NEGÓCIO COM 19 ANOS

Os PPR das seguradoras são explorados desde 1989 e geram contribuições anuais de 1,7 mil milhões de euros.

TERCEIRO PILAR

É como se designam todas as contribuições que os aforradores realizam para as companhias de seguros com o objectivo de reforçar as prestações que recebem na reforma.

COMPARAÇÃO DOS PLANOS POUPANÇA REFORMA (PPR) COM O REGIME PÚBLICO DE CAPITALIZAÇÃO (RPC)

Quem pode subscrever, PPR: Todos os cidadãos
RPC: Os cidadãos abrangidos por um regime de protecção social de enquadramento obrigatório.
Quando se pode mexer no dinheiro
PPR: Reforma por velhice, desemprego de longa duração, incapacidade permanente, doença grave
RPC: Reformados e jovens sem rendimento não podem subscrever reforma por velhice ou aposentação, invalidez absoluta
Resgate
PPR: Possível, com penalizações fiscais e eventuais comissões
RPC: Não é possível

Forma de pagamento
PPR: Rendas vitalícias, capital, entregas periódicas de capital
RPC:Rendas vitalícias (por defeito), capital, combinação de ambas as formas

Rendimentos garantidos
PPR: Rendimentos garantidos, com garantia de capital e sem qualquer garantida
RPC:Sem qualquer tipo de garantia

Penhoras
PPR: Penhorável
RPC: Não penhorável

Incumprimentos no pagamento da contribuição
PPR: Sem consequências
RPC: Não há capitalização das contribuições em falta, existe a suspensão do mecanismo no caso de incumprimentos longos

Transferência de planos
PPR: O cliente pode transferir o plano ou modificar o perfil de investimentosRPC: O cliente não pode actuar sobre o plano de investimentos definidoFiscalidade
PPR: Se < 35 anos podem ser deduzidos 400 euros em IRS, Se > 50 anos podem ser deduzidos 300 euros
RPC: Se < 35 anos podem ser deduzidos 350 euros, Se > 50 anos podem ser deduzidos 350 euros
PREPARAÇÃO FRACA PARA A REFORMA
Jaime d’Almeida diz que “os portugueses preparam-se mal para a reforma”. O presidente da APS referiu que só 40% dos activos preparam a reforma, contra uma média de 55% na União Europeia.

RISCO DE FALÊNCIA NO ESTADO
O presidente da APS considera que existe um “risco de insolvência” do Estado. “O ‘rating’ (análise de risco) da República Portuguesa é inferior ao de algumas seguradoras”, disse. 

Artigo: CM – Miguel Alexandre Ganhão